INSTITUTO DIAMANTINENSE DE EDUCAÇÃO E CULTURA - IDEC

FACULDADES INTEGRADAS DE DIAMANTINO - FID

CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS

                                                                                    

  

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS

 

   

DIAMANTINO

2014

INSTITUTO DIAMANTINENSE DE EDUCAÇÃO E CULTURA - IDEC

FACULDADES INTEGRADAS DE DIAMANTINO - FID

CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS

 

  

 

Diretor Presidente

Dr. Augusto Carlos Fernandes Alves

Diretor Geral

Geraldo Magela Fernandes

Diretora Financeira

Sônia Marisa da Silva Eugenio

Coordenadora do Curso de Ciências Contábeis

Bethânia Santana Marinho da Silva

 

  

Sumário

APRESENTAÇÃO.. 5

1 ENTIDADE MANTENEDORA.. 7

  1. 1. MISSÃO DA FID.. 7
  2. 2. VISÃO DE FUTURO DA FID.. 8
  3. 3. VALORES DA FID.. 8
  4. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA.. 8
  5. 1. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA.. 8
  6. 2. Coordenação do Curso. 9
  7. 3. Colegiado do Curso. 9
  8. 4. Núcleo Docente Estruturante (NDE): Composição e Titulação. 9
  9. DADOS INSTITUCIONAIS: 10
  10. 1. CARACTERIZAÇÃO DO CURSO: 10
  11. Contexto educacional. 11
  12. 1. Quadro 1 - Municípios que compõem a região média norte. 12
  13. 2. Demanda do ensino médio. 12
  14. 3. Quadro 2- Número de alunos concluintes do Ensino Médio 2003/2011. 13
  15. 4. Avaliação da Demanda da Instituição. 14
  16. 5. Demandas de Natureza Econômicas. 14
  17. POLITICAS INSTITUCIONAIS COM BASE NO PDI 15
  18. Apoio ao Discente. 15
  19. Nivelamento. 16
  20. NAP – Núcleo de Apoio Psicopedagógico. 17
  21. Apoio ao Docente. 17
  22. Acompanhamento dos Egressos. 18
  23. Objetivos do Curso.. 18
  24. 1. Objetivo Geral 18
  25. 2. Objetivos Específicos. 19
  26. 3. Critérios de Avaliação. 20
  27. 4. Formas de Acesso ao Curso. 21
  28. 5. Perfil do Egresso. 22
  29. Organização Curricular.. 28
  30. 1. Estrutura Curricular do Curso compõe-se das seguintes disciplinas: 30
  31. 2. Conteúdos Curriculares – Ementas das Disciplinas. 32
  32. ORGANIZAÇÃO METODOLÓGICA DO CURSO.. 32
  33. 1. Interdisciplinaridade e Multidisciplinaridade no ensino e aprendizagem... 33
  34. 2. Estágio.. 34
  35. 3. Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). 35
  36. 4. Monitoria.. 36
  37. 5. Disciplinas Optativas.. 36
  38. 6. Atividades Complementares de Graduação (ACG). 37
  39. AÇÕES DECORRENTES DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DO CURSO.. 37
  40. 1. Avaliação (Interna e Externa). 37
  41. AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINO APRENDIZAGEM.. 39
  42. 1. AS TICS NO PROCESSO ENSINO APRENIZAGEM. 42

16. ANEXOS............................................................................................................................................43

 

 

  

 

 

 

APRESENTAÇÃO

 

Este documento apresenta o Projeto Pedagógico do Curso de Ciências Contábeis, elaborado com base na Lei de Diretrizes e Bases nº 9394/1996, nas Diretrizes Curriculares Nacionais, Referenciais Curriculares Nacionais dos Cursos de Bacharelado e Licenciatura, nos instrumentos de avaliação de INEP / MEC e demais normas emanadas pelo Ministério da Educação – MEC, para o ano de 2012 das Faculdades Integradas de Diamantino – FID, mantida pela Instituição Diamantinense de Educação e Cultura – IDEC.

Desta forma, expressa e norteia as diretrizes curriculares, de ação efetiva, para a consolidação deste curso na região, bem como na própria instituição.

A formulação de tais diretrizes tornou-se desafiante a partir do entendimento de que o Curso de Ciências Contábeis deve apresentar uma formação diversificada desejável para atender às diferentes demandas sociais e para articular a formação aos aspectos inovadores que se apresentam no mundo contemporâneo.

Assim, o Projeto Pedagógico do Curso de Ciências Contábeis procura estar, em consonância com a Proposta de Diretrizes Curriculares elaboradas pela Comissão de Especialistas de Ensino de Ciências Contábeis, propondo um roteiro que exercite a liberdade e flexibilidade, através de um currículo que objetive trabalhar as competências e habilidades teóricas das disciplinas que compõem o curso. Busca-se, com isso, preparar o futuro Contador para o exercício pleno e consciente de sua função profissional, considerando-se, também, as atuais exigências do mercado de trabalho.

Pressupõe a busca da formação de um profissional cidadão, ciente de suas competências e responsabilidades, inclusive morais e éticas, que prime pela construção de desenvolvimento sustentável e factível das organizações e da sociedade.

Espera-se, contudo, que este projeto de curso seja realmente norteado pela prática pedagógica e torne-se instrumento de ação para assegurar a unidade e coerência dos trabalhos e ações docentes e de seus processos de avaliação, atualização, reflexão e revisão para os anos subseqüentes. Somente desta forma um Projeto Pedagógico cumprirá suas funções de articulação, identificação, inovação, ética e política para tornar a filosofia e o projeto educacional da Instituição viável e efetivo.

O projeto Pedagógico, ora apresentado, não pretende ser um documento estático. A educação faz parte de um sistema aberto, por isso, a comunidade acadêmica, deverá trabalhar de forma dinâmica, sempre renovando, adaptando, ensinando e aprendendo com as novas necessidades impostas pelo mundo contemporâneo.

 

 

  

1 ENTIDADE MANTENEDORA

 

O Curso de Ciências Contábeis da IES/ FID é mantido pela Instituição Diamantinense de Educação e Cultura, pela pessoa jurídica de direito privado sem fins lucrativos, criada em 14 de Outubro de 1986, através de registro do seu Estatuto Social no Cartório de Registro Civil das Pessoas Jurídicas de Diamantino, sob nº 1520 do livro A-1 e autorizado a funcionar com o nome fantasia de Faculdades Integradas de Diamantino em 1989, com o primeiro vestibular oferecendo 50 (cinqüenta) vagas no Curso de Administração e 160 (cento e sessenta) vagas no Curso de Pedagogia.

Contando com experiência que remonta a mais de 26 (vinte e SEIS) anos no campo da educação, a proposta educacional da FID não permaneceu, todavia, insensível às mudanças que se efetivaram nesse período; antes, passou por constantes processos de reavaliação, desenvolvimento e implementação ao longo do caminhar da instituição, de modo que ela pôde responder eficientemente aos desafios que lhe foram impostos pelas novas e inquietantes contingências histórias.

A FID é, portanto uma Instituição com identidade definida. Busca em suas ações oferecer uma estrutura curricular e de pesquisa, que contempla os mais diversos interesses, nos mais diferentes contextos. Na persecução, portanto, de seu objetivo, além do curso de Ciências Contábeis, a FID mantém, ainda, os seguintes cursos superiores:

Administração, Letras com Habilitação em Português/ Inglês ou Português/ Espanhol, Sistemas de Informação e Cursos de Especialização “Lato Sensu” nas áreas de Educação e afins.

Atualmente a FID dispõem de uma infraestrutura física satisfatória, que, aliada à maturidade institucional conquistada pela instituição no decorrer de sua existência, garante-lhe uma posição estável, que se proteja para o futuro.

 

  1. MISSÃO DA FID

 

            Produzir, organizar e socializar o conhecimento de modo a contribuir com o desenvolvimento do Estado e do País, promovendo a formação, qualificação e inserção de profissionais no mercado de trabalho, capazes de integrar saber e praxes, por meio de princípios sustentáveis.

 

  1. VISÃO DE FUTURO DA FID

 

            Ser uma Instituição de Ensino Superior referencia no ensino, pesquisa e extensão no Estado de Mato Grosso até 2018.

 

 

  1. VALORES DA FID

 

  • Liberdade de expressão pautada na democracia e responsabilidade;
  • Justiça social que busca equilíbrio dos direitos e deveres entre os seres humanos;
  • Consciência ética, ambiental e social;
  • Trabalho em Equipe;
  • Respeito à Pessoa;
  • Comprometimento e compromisso com a IES.

 

 

  1. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA

 

  1. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA

 

A organização acadêmica e o funcionamento dos órgãos colegiados estão descritos e regulamentados na forma do Regimento Geral da IES e consta ainda nos seguintes documentos:

  • Projeto Pedagógico Institucional (PPI);
  • Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI);
  • Projeto Pedagógico do Curso (PPC);

 

 

  1. Coordenação do Curso

 

De acordo com o Regimento, a Coordenação de Curso é exercida pelo coordenador, docente da IES, indicado e empossado pelo Diretor Geral na forma de Regimento do IES/FID pra mandato de 02 (dois) anos, permitida a recondução.

Ainda no regimento, são definidas todas as competências dos coordenadores no âmbito de cada curso. De modo geral, o coordenador do Curso é responsável pela ação pedagógica, o acompanhamento e ciência de todos os eventos do curso, coordenação, fiscalização dos trabalhos, das atividades escolares, além de representar o curso perante outros órgãos da FID.  Exige-se para a função a sua qualificação na área específica do Curso.

 

 

  1. Colegiado do Curso

 

Nos termos de seu Regimento, o Colegiado do Curso é um órgão de natureza deliberativa, normativa e consultiva da gestão pedagógica, é composto da seguinte forma:

  1. O Coordenador Geral e/ou Adjunto do Curso, seu presidente, que tem voto de qualidade comum;
  2. Todos os professores do curso;
  3. 01 (um) representante do corpo discente do curso, escolhido pelo coordenador entre os representantes de turma para mandato de 02 (dois) anos, vedada a recondução imediata.

As atribuições do colegiado são aquelas constantes no regimento próprio.

 

  1. Núcleo Docente Estruturante (NDE): Composição e Titulação

 

O núcleo Docente Estruturante do Curso de Ciências Contábeis é um órgão formado por um grupo de docentes do curso, com atribuições acadêmicas de acompanhamento, atuante no processo de concepção, consolidação e continua atualização do projeto do curso, nos termos da Resolução CONAES nº 1 de 17 de Julho de 2010.

O NDE é composto por cinco membros 40% (quarenta por cento) desses docentes com titulação em nível de pós-graduação Stricto Sensu, contratados em regime de trabalho horista, dedicação parcial e/ou integral.

O percentual de docentes que compõem o NDE com formação acadêmica na área especifica do curso deve ser de pelo menos 60% (sessenta por cento).

 

  1. DADOS INSTITUCIONAIS:

Nome

Instituição Diamantinense de Educação e Cultura

Mantida

Faculdades Integradas de Diamantino

Endereço

Rua Almirante Batista das Neves, nº 1112–Centro

CNPJ

01.374.628/0001-10

Município

Diamantino- CEP: 78.400-000

UF

Mato Grosso

 

  1. CARACTERIZAÇÃO DO CURSO:

Curso

Ciências Contábeis.

Endereço de Funcionamento

R: Almirante Batista das Neves, nº 1112 - Centro

Autorização

Portaria ministerial n 375 de 05;03/1999, Publicado  no D.O.U 09/03/1999

Reconhecimento

Portarias Ministeriais nº 4.474 de 21/12/2005, publicada no D.O.U. de 23/12/2005.

Renovação do Reconhecimento do Curso

Em conformidade com a Portaria Normativa Nº 4 de 2008; Artigo 2º; Parágrafo; 3º do Enade 2012

Número de Vagas Autorizadas

120 vagas

Turmas

4

Turno de Funcionamento

 Noturno

Horário das Aulas

18h50min às 23h00

Regime

Anual

Carga Horária Total do Curso

3.520 h

Tempo integralização

Mínimo 04 anos 

 

  1. Contexto educacional

 

A FID desenvolve serviços educacionais em várias áreas do conhecimento por meio da oferta de cursos Superiores de Graduação, Especialização, Cursos de Extensão e Programas e Projetos voltados para qualificação e capacitação profissional da população do médio norte de Mato Grosso. A sede administrativa e acadêmica da instituição encontra se localizada no município de Diamantino, 220 quilômetros da capital de Mato Grosso, Cuiabá, bacia do Alto Paraguai, berços das águas que sustenta o pantanal de Mato Grosso, com uma população de 20.420 habitantes. No contexto regional o Município de Diamantino é pólo de articulação e desenvolvimento político, econômico e social da região média norte composta por 11 municípios que forma um aglomerado urbano com uma população de 149.601 habitantes. A IES instalou na região na década de 80 contribuindo sobremaneira para torna o Município de Diamantino no pólo de educação superior da região. Hoje a instituição é responsável pela formação de mais 80% dos egressos do ensino médio dos 11 municípios que compõem a região.

 

 

  1. Quadro 1 - Municípios que compõem a região média norte

MUNICÍPIO

DISTÂNCIA (Km)

POPULAÇÃO

Diamantino

-

20.420

Alto Paraguai

20

6.951

Nortelândia

48

6.438

Arenápolis

55

10.355

Santo Afonso

80

2.974

Nova Marilândia

75

2.925

Denise

95

8.494

Nobres

60

15.011

Rosário Oeste

80

17.682

São José do Rio Claro

125

17.128

Nova Maringá

185

6.590

Nova Mutum

130

31.633

População Regional                                                                  149.601

Fonte: CENSO IBGE – 2010

  1. Demanda do ensino médio

 

Conforme dados do educa censo do INEP a região médio Norte de Mato Grosso forma por ano no ensino médio uma media de 3.450 alunos. Todavia, a oferta de ensino superior, considerando as instituições privadas e públicas da região, ainda deixa a esmagadora maioria sem acesso a educação superior. A demanda reprimida é crescente e requer em curto prazo, a abertura de novos cursos e novas vagas, para que se efetivar o acesso e a permanência de novos estudantes ao ensino superior, para assegurar a sustentabilidade regional do médio norte de Mato Grosso.

  1. Quadro 2- Número de alunos concluintes do Ensino Médio 2003/2011

MUNICÍPIOS

2003

2004

2005

2006

2007

2008

2009

2010

2011

Alto Paraguai

61

77

91

102

100

105

106

103

116

Arenápolis

132

167

183

198

205

212

220

235

374

Denise

107

145

169

180

203

199

220

200

198

Diamantino

289

305

349

361

373

385

400

398

198

Nobres

162

175

203

220

237

246

253

260

156

Nortelândia

76

87

106

110

119

126

130

135

145

Nova Marilândia

51

68

80

98

105

99

115

120

98

Nova Maringá

63

75

89

98

105

112

118

100

42

Nova Mutum

210

204

220

267

271

270

278

325

380

Rosário Oeste

103

148

171

200

215

224

210

220

200

Santo Afonso

45

59

78

80

93

103

115

120

31

São José do R.C

127

185

199

210

221

230

235

238

200

TOTAL

1426

1695

1938

2124

2247

2311

2400

2454

2138

Fonte: Educação Censo – INEP

 

 

 

  1. Avaliação da Demanda da Instituição

 

Como FID encontra-se no município de Diamantino, que estar estrategicamente no meio da região, médio norte de Mato Grosso, tornando sua sede próxima num raio que gira em torno de 20 a 100 quilômetros dos 11 municípios que compõem região, e ainda oferta transporte coletivo subsidiado pela instituição em parceria com as prefeituras dos municípios para o atendimento dos acadêmicos da região, tornando a FID a maior incentivadora do acesso ao ensino superior para as populações de baixa de renda egressa do ensino médio dos municípios de Diamantino, Alto Paraguai, Nortelândia, Arenápolis, Santo Afonso, Nova Marilândia, Denise, Nobres, Rosário Oeste, São José do Rio Claro, Nova Maringá e Nova Mutum.

Desta forma as distribuições da demanda dos alunos do ensino médio estão distribuídas nos cursos superiores de Administração, Ciências Contábeis, Pedagogia e Sistemas de Informação e letras. Sendo que no curso de administração identificamos que a maioria das matriculas da IES são de egressos do ensino médio dos municípios que compõem o médio norte.

Dados de apurados pelo NDE do curso de administração demonstram que entre todos os cursos da instituição, observa se quedos 642 acadêmicos matriculados (dados de 2013), 340 são dos municípios circunvizinhos, representando 60%dos acadêmicos matriculados, demonstrando que a FID contribui para que o Município de Diamantino seja o principal pólo de educacional para a população de 140 mil habitantes do Médio Norte de Mato Grosso.

  1. Demandas de Natureza Econômicas

 

Do ponto de vista da organização da economia regional o médio norte de mato grosso é reconhecido pela oferta de serviços públicos e privado que fomenta o desenvolvimento regional. O que demonstra que existe a demanda vários serviços que precisam da atuação dos contadores nas esferas públicas e privada. Do ponto de vista da iniciativa privada as ofertas de emprego para os egressos do curso de Ciências Contábeis da FID demandam das seguintes empresas privadas instaladas na região: SUINOBRAS – ALIMENTOS LTDA , FRIGORIFICO JBS,  CIMENTOS VOTORANTIM, COOPERATIVAS, União Avicola INDUSTRIAL LTDA e o grande número de MICRO E PEQUENAS EMPRESAS constituídas no setor terciário regional, respondendo pela maioria dos empregos gerados na região.  

Do ponto de vista de novos investimentos na economia regional a região de Diamantino está inserida entre os 11 pontos que receberão o grande investimento do Ministério da Pesca e Aqüicultura, com: Sistema Produtivo, Assistência Técnica (ATER), Unidade de Forma Jovem, Fábrica de Ração e Unidade de Beneficiamento, entre outros investimentos regionais voltados para a implantação de várias empresas que vão atender as demandas da Região. A ainda o fomento de parecerias com o SEBRAE, CRC - Conselho Regional de Contabilidade, ASSOCIAÇÕES COMERCIAIS, órgão públicos e privados na busca de sustentabilidade política, economia, social, cultural e ambiental da região.

 

  1. POLITICAS INSTITUCIONAIS COM BASE NO PDI

A FID possui uma política própria de contribuição para a formação de profissionais que em condições normais não teriam rendas suficientes para bancar e assegurar suas permanências no Ensino Superior privado.

A questão do acesso e permanência de estudantes carentes é visto pela FID com especial cuidado e zelo redobrado. Na história de formação acadêmica de muitos profissionais, a FID, pode-se dizer foi a responsável pelo êxito desses alunos e que hoje são profissionais bem-sucedidos.

 

  1. Apoio ao Discente

 

O Curso de Ciências Contábeis das Faculdades Integradas de Diamantino - FID realiza diversos tipos de atendimento ao discente, como por exemplo, requerimento junto a Secretaria Acadêmica, ouvidoria, atendimento pessoal junto a Coordenação, Nivelamento, além do Núcleo de Apoio Psicopedagógico – NAP, visando sempre satisfazer as necessidades acadêmicas.

  1. Nivelamento

 

O Programa de Nivelamento é voltado para a melhoria da aprendizagem do discente, porque é fator de suficiência do Acadêmico. Vinculada ao Núcleo de Atendimento Psicopedagógico - NAP, das Faculdades Integradas de Diamantino, em Diamantino, Estado do Mato Grosso, em atendimento ao que determina o PDI, que visa promover condições para os Acadêmicos que ingressam no grau superior e que ainda demonstram dificuldades elementares com a língua portuguesa e matemática, tais como leitura e compreensão de textos, ortografia, expressão oral e escrita, e revisão dos tópicos de matemática básica do ensino médio necessário para o bom desenvolvimento do acadêmico nas disciplinas que envolvem habilidades, em algum nível de cálculo matemático.

 E assim, poderão acompanhar as disciplinas curriculares do Curso de Ciências Contábeis, de forma a aproveitar os conteúdos ministrados em elevado grau de qualidade. Busca o aprimoramento e a formação do Discente, dentre os vários campos de saberes, objetivando o enriquecimento e complementação de seu perfil na busca de conhecimentos e habilidades por meio de práticas de estudos voltados para a Língua Portuguesa e/ou Matemática, que repercutem na dificuldade do aprendizado, ou lacunas no conhecimento destas disciplinas, ou ainda lesões na aprendizagem por razões diversas.

Portanto, o Nivelamento vem para sanar estas deficiências que justificam seu propósito principal de oportunizar aos participantes uma revisão de conteúdos e proporcionar, por meio de explicações e de atividades, a apropriação de conhecimentos necessários ao bom desempenho acadêmico e à aquisição das competências próprias da profissão almejada, com condições disponibilizadas por essa Instituição de Ensino Superior de forma gratuita, para compor um mecanismo voltado para a melhoria da aprendizagem do discente, como fator de suficiência intelectiva do mesmo e superação das dificuldades na área da aprendizagem.

 

  1. NAP – Núcleo de Apoio Psicopedagógico

 

O Apoio Psicopedagógico é uma ferramenta útil para o desenvolvimento de capacidades sendo um mecanismo de motivação capaz de produzir efetivamente a interação entre discente e docente, entre discente e discente e sociedade. O atendimento ao Discente na FID compreende todo processo de atenção dispensada aos acadêmicos na perspectiva de atendê-los em suas mais variadas dificuldades incluindo programa de acessibilidade e inclusão, nivelamento e apoio extra-classe aos discentes, justifica-se pela demanda levantada pelo corpo docente da instituição, indicativo de tal órgão no PDI, PPI e exigências pedagógicas para um maior desenvolvimento e aproveitamento dos acadêmicos matriculados nas Faculdades Integradas de Diamantino.

As razões pedagógicas para a existência de um serviço de atendimento ao discente, acrescenta-se especialmente, a estas exigências o caráter e filosofia humanista da FID, que para tanto se decidiu por implantar o Núcleo de Apoio ao Discente -NAP certos de que a Instituição, desse modo, resguardará e empenhará pelo desenvolvimento de uma educação de qualidade.

O NAP – Núcleo de Apoio Psicopedagógico, das Faculdades Integradas de Diamantino, é o departamento responsável pelo registro, verificação e acompanhamento do processo de aprendizagem e nível de dificuldades dos acadêmicos. O Núcleo se colocará atento para o atendimento de todos os acadêmicos que se apresentarem com dificuldades de aprendizagem seja por lacunas anteriores ou sinais identificados pela Psicopedagogia como distúrbios ou lesões na aprendizagem por razões diversas e ainda, o programa terá como responsabilidade verificar as situações diversas de acadêmicos com deficiências físicas, proporcionando a todos eles o acesso que lhes é garantido pela LDB 9394/96 art. 58 de um atendimento especializado.

 

  1. Apoio ao Docente

 

Com base nos pressupostos que compõe o seu ideário institucional, a FID – Faculdades Integradas de Diamantino planeja e executa sua política de aperfeiçoamento, qualificação e atualização docente, levando em consideração que a capacitação docente é um dos principais indicadores de qualidade, aliada à experiência profissional.

A Política de Qualificação ocorre com o patrocínio de atividades de capacitação do docente, que incluem a participação em Seminários, Congressos, Encontros, Reuniões e Eventos afins, bem como para visitas a, Empresas, Feiras, entre outros. Bem como, a criação do curso de pós-graduação Lato Sensu em Metodologia do Ensino Superior, para atender a necessidade de aprimoramento didático-pedagógico do quadro de docentes da FID, em claro atendimento ao proposto no PDI e Plano de Cargos e Salários.

 

  1. Acompanhamento dos Egressos

 

O Programa de acompanhamento do egresso se dá através do “Programa de Educação Continuada Voltada para o Egresso”, em que atividades como os Cursos de Extensão,fazem com que ele continue vinculado à instituição, seja através de eventos, cursos, pós-graduação, ações sociais entre outras atividades de extensão, como congressos, reuniões, seminários, workshops, encontros, simpósios, visitas, concursos, torneios, campanhas, palestras, feiras, exposições, fóruns, entrevistas, mesas redondas, cursos entre outras atividades complementares. Bem como, através de seu sítio eletrônico, acompanha a inserção do mesmo no mercado de trabalho. Além do que, a Instituição pode verificar a qualidade de ensino, a avaliação da formação, a participação no mercado e assim melhorar a qualidade pedagógica e pela abertura de novas perspectivas.

 

  1. Objetivos do Curso

 

  1. Objetivo Geral

 

  • Formar cidadãos críticos e reflexivos capazes de responderem aos constantes e profundos desafios, necessidades e transformações da sociedade e do conhecimento, para atuarem profissionalmente em todas as áreas da Ciência Contábil aplicando-a nas Pequenas, Médias e Grandes Empresas.

 

  1. Objetivos Específicos

 

  • Determinar os elementos balizadores para a concretização do conhecimento teórico e empírico no nível da graduação.
  • Apresentar práticas pedagógicas inovadoras dentro do processo ensino-aprendizagem, que favoreçam a transmissão, desenvolvimento e aplicação de conhecimentos filosóficos, técnicos e culturais.
  • Formar profissionais com capacidade para planejar, organizar, prever, coordenar e controlar procedimentos contábeis que visem a otimizar as áreas de gestão tributária, de finanças, de custos, de controladoria, de auditoria, de perícia, dentre outras com vistas à suprir as entidades de informações e tempo hábil para a tomada de decisão dos seus gestores.
  • Promover condições atitudionais e técnicas para a compreensão, por parte de cada participante do curso, da importância da visão e do raciocínio estratégico/ gerencial, bem como a conscientização da observância dos princípios e normas contábeis em suas atividades.
  • Despertar nos participantes o papel estratégico/ gerencial da contabilidade na definição de projetos contábeis financeiros para diferentes tipos de organizações.
  • Promover e internalizar valores de responsabilidade social, justiça e ética profissional, através de disciplinas como: ética e contabilidade ambiental.
  • Definir políticas acadêmicas que possibilitem a integração entre o ensino, a pesquisa e a extensão.
  • Adequar de forma sistêmica o curso de Ciências Contábeis às necessidades das células sociais (das pessoas jurídicas públicas e privadas, pessoas físicas, entidades filantrópicas, etc.) para atender às exigências do mercado de trabalho e da sociedade.
  • Incentivar a interdisciplinaridade no curso, pois a interdisciplinaridade e a pesquisa envolvendo a contabilidade constituem esforços substanciais para o desenvolvimento dos futuros contadores, ao possibilitar uma visão sistêmica capaz de auxiliá-los no desempenho profissional.
    1. Critérios de Avaliação

 

O sistema de avaliação dos alunos do Curso regulamenta-se pelas normas definidas e resumidas no Regimento Interno, disponibilizando aos alunos na Secretaria Acadêmica, Biblioteca e Coordenações do Curso e pelos seguintes documentos:

  • Plano de Desenvolvimento Institucional;
  • Portarias, Resoluções e Instruções Normativas baixadas pela Diretoria Geral e Acadêmica.

Cabe ressaltar que todos os documentos acima se encontram disponíveis para: consulta de toda Comunidade Acadêmica atreves dos setores citados acima.

Os critérios de avaliação do processo de ensino-aprendizagem são baseados nas seguintes recomendações e normas:

  • A avaliação do desempenho escolar é feita por disciplina, incidindo sobre a freqüência e o aproveitamento escolar, ao longo do respectivo período letivo. O aproveitamento escolar é avaliado por meio de acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos nos exercício e trabalhos escolares e/ou orais, durante o período letivo.
  • É importante observar que a avaliação não é um instrumento de punição ou de constrangimento do aluno visando à sua reprovação, mas de justa medida do seu desenvolvimento no percurso dos fins da educação e do ensino.
  • Não se espera nas avaliações, um desempenho acadêmico padronizado, pois o produto das investigações realizadas pelos alunos resultará sempre num trabalho original. Assim, a avaliação consiste em verificar se o estudante adquiriu conhecimento necessário à sua vivência prática.
  • Compete ao professor da disciplina elaborar e aplicar os exercícios e trabalhos escolares, bem como julgar-lhe os resultados e discutir com os alunos os enganos porventura no desenvolvimento ou na solução das questões, para saná-los, respeitando a capacidade de cada aluno individualmente. Cumpridas essas etapas, o professor deverá desenvolver os trabalhos escolares aos alunos.
  • A avaliação em cada disciplina é feita através de trabalhos específicos, cujo número e natureza ficam a critério do professor, num total de 12 pontos, e por quatro provas bimestrais, valendo 07 pontos cada uma. Para ser aprovado, o aluno deverá obter, no mínimo, 28 pontos no total de 40 pontos distribuídos.
  • Estará automaticamente reprovado na disciplina o aluno que não tiver freqüentando um mínimo de 75% das atividades programadas ou que não tiver obtido, nos trabalhos e nas provas, o mínimo de 28 pontos.
  • Os alunos que, ao final de todo o período letivo, não obtiverem o resultado mínimo de 28 pontos para aprovação, serão submetidos a exame final (PF) abrangendo os conteúdos lecionados no semestre.
  • Os alunos que não atingirem o mínimo exigido para aprovação, poderão ter dependências em até duas disciplinas.
  • O aluno terá direito a requerer revisão dos resultados à soma de pontos até oito dias após a divulgação dos resultados pela secretaria. O pedido deverá ser feito, por escrito, em impresso próprio, na Secretaria.

 Os resultados das avaliações mensais são postados no portal de notas do site da instituição pelos docentes das respectivas disciplinas. No portal de notas o acadêmico acompanha todos os registros referentes às aulas ministradas.

 

 

  1. Formas de Acesso ao Curso

 

Existem distintas formas de ingresso no Curso de Graduação em Ciências Contábeis:

  • Vestibular – o processo ocorre anualmente sendo válido apenas para o período letivo a que se destina. Têm por objetivo verificar a aptidão intelectual dos candidatos, abrange conhecimentos comuns ao ensino médio. Os alunos são convocados através de edital e os exames são realizados pela própria IEs. A classificação é feita pela ordem decrescente dos resultados, sem ultrapassar o limite de vagas fixado, excluindo os candidatos que não obtiverem os níveis mínimos estabelecidos.
  • Obtenção de novo título – registrando-se vagas iniciais remanescentes no curso podem ser efetuadas matrículas de ingresso de portadores diplomas de curso superior, para obtenção de novo título, observadas as normas e o limite das vagas dos cursos oferecidos. Estas vagas são disponibilizadas após o processo seletivo, em edital e regras próprias.
  • Reopção de curso – registrando-se vagas iniciais remanescentes no curso podem ser matriculados candidatos aprovados no processo seletivo em outros cursos, observada a classificação e critérios fixados pelo Conselho Acadêmico Superior.
  • Transferência externa – a transferência de aluno de outra instituição para o Curso de Ciências Contábeis para prosseguimento de estudos do mesmo curso ou cursos com afinidade, mediante a existência de vaga e processo seletivo interno.
  • Processo Seletivo – Acontece quando todos os aprovados e classificados no vestibular já foram chamados e ainda há a existência de vagas. Os interessados são avaliados através da elaboração de uma redação com a escolha de um dos três a cinco temas disponibilizados pela comissão responsável pelo processo seletivo. Será considerado apto para ingressar no curso o candidato que obter no mínimo 60% (sessenta) de aproveitamento no texto dissertativo.

 

  1. Perfil do Egresso

 

A resolução da CNE/CES 10, de 16 de dezembro de 2004 do Conselho Nacional de Educação e Câmara de Educação Superior institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de graduação em Ciências Contábeis, de modo que tais cursos proporcionem as condições para que o bacharel em Ciências Contábeis esteja capacitado a compreender as questões científicas, técnicas, sociais, culturais, éticas e econômicas da produção e de seu gerenciamento no seu conjunto, observado os níveis graduais do processo de tomada de decisão, bem como a desenvolver o alto gerenciamento e a assimilação de novas informações, apresentando flexibilidade intelectual e adaptabilidade contextualizada no trato de situações diversas presentes ou emergentes nos vários segmentos do campo de atuação do Contador.

O Curso de Ciências Contábeis das Faculdades Integradas de Diamantino atende às rápidas mudanças que ocorrem no mercado globalizado e às exigências de um profissional atualizado e integrado ao meio socioeconômico e cada vez mais ágil, criativo e capaz de fornecer informações vem procurando adequar o curso a essa realidade, de modo que o concluinte tenha uma formação contábil e humanística seguida de uma visão global que o habilite a compreender o meio social, político, econômico e cultural em que está inserido.

O perfil desejado do egresso ao Curso de Ciência Contábeis, consoante com as Diretrizes Curriculares para o curso, deve refletir as características de profissionais com visão holística, que compreenda a inserção do País de das organizações, e que sejam capazes de atender as novas necessidades das entidades em um mundo competitivo e globalizado, buscando desenvolver nele o conhecimento que o embase para que possa compreender as características regionais, a missão e os princípios da mantenedora, perfil este delineado a partir da participação da comunidade, professores, interação com profissionais das áreas afins, conselhos e órgãos representativos da profissão, participação em congressos, seminários e outros eventos de interesse da classe contábil.

A tendência atual nas organizações é valorizar cada vez mais os profissionais, preocupados com sua formação profissional e pessoal, e com habilidade e conhecimento multidisciplinares. Assim, o profissional requisitado pelas organizações deve necessariamente possuir um conjunto de habilidades específicas, ser um membro ativo e participativo na sociedade em que está inserido.

Procura ainda, promover e internalizar valores de responsabilidade social, justiça e ética, aliando a tudo isso uma formação técnica e científica que conduza o profissional a atuar na gestão contábil das organizações com a competência de um profissional que, através de uma atuação interdisciplinar e de um aperfeiçoamento contínuo, possa acompanhar as necessidades das organizações, auxiliando-as nas tomadas de decisão e colocando-as à frente das exigências de um mundo em rápidas transformações.

O projeto pedagógico do curso de Ciências Contábeis oferecido aos alunos considera que o mundo contemporâneo atravessa uma grande transformação produtiva, financeira, cientifica, no campo das comunicações e das tecnologias. O processo de integração mundial e de formação de blocos econômicos regionais, chamados genericamente de globalização ou mundialização do capital, tem provocado uma transformação no campo das ciências que lidam com o mundo dos negócios e das organizações.

Nesse sentido, tem-se o seguinte perfil profissional do egresso: ser generalista e ao mesmo tempo um ser um profissional, ou seja, as empresas procuram o profissional eclético. Nesse sentido, e em função das exigências do mercado de trabalho, a proposta de diretrizes curriculares apresentada pelas Comissões de Especialistas de Ensino prevê que o egresso dos cursos de graduação em Ciências Contábeis deverá apresentar um perfil comum e perfis específicos contidos. O perfil comum desejado dos formandos dos cursos de bacharelado em Ciências Contábeis, aliás, como em quase todas as profissões atuais é de um profissional generalista, ou seja, um profissional com os conhecimentos técnicos necessários ao exercício de suas funções, mas, e principalmente, um profissional reflexivo, com conhecimentos técnicos aptos para atuar num mercado competitivo e em constante transformação.

É propósito do curso de Ciências Contábeis da IEs/FID formar profissionais dotados de competências e habilidades, que viabilizem aos agentes econômicos o pleno cumprimento de suas responsabilidades de prestar contas da gestão perante a sociedade, de buscar na ciência contábil, diretrizes que possibilitem a maximização da riqueza e que contribua para que os objetivos econômicos - financeiros das entidades sejam afins com a sua responsabilidade social. Afinal, a sua continuidade depende das variáveis exógenas, entre elas o ambiente natural em que esta inserida.

Espera-se que ainda formar um profissional que exerça com ética e proficiência as atribuições que lhe são prescritas através de legislação específica.

O bacharel em Ciências Contábeis deverá caracterizar-se como um profissional crítico, ético, lúcido e solidamente capacitado para planejar, organizar, liderar e dirigir as atividades de controle e gerenciamento contábil nas empresas, com uma visão holística, sem perder de vista as particularidades regionais.

O conhecimento regional possibilitará ao profissional contábil contribuir para o desenvolvimento do ambiente em que vive, promovendo o desenvolvimento para a sua região, a sua atualização e auxiliando nas medidas para a competitividade em geral.

No entanto, para atender a essa necessidade regional, é necessário que a formação possibilite o conhecimento macro, direcionando-o para a eficácia da região.

O que se propõe é que o profissional contábil tenha consciência de que a ideia arcaica de guarda livros, de meros escriturários não atende às necessidades locais, nacional e internacional, e que somente através da mudança dessa visão, e da importância do conhecimento interdisciplinar e multidisciplinar, serão capazes de adquirir qualidades que o mercado exige. Assim, o profissional deverá ter uma visão holística (global) e humanística forte, base sólida em filosofia das ciências, especialização acurada, para que possa, através de seus conhecimentos suprir as necessidades do cenário em constante mutação.

O que o aluno precisa ter então é o instrumental necessário para analisar a conjuntura, ter a noção adequada sobre a finalidade da ciência contábil que vai bem além da simples apuração de impostos e da visão arcaica de guarda livros, para fornecer informações úteis aos gestores no processo decisório. Assim, o profissional contábil deve atuar como um gestor de negócios, orientando sobre as informações fornecidas e não simplesmente comunicando-as. Deve aprimorar constantemente o seu conhecimento e ir além do cumprimento das alterações na legislação fiscal, ser capaz de solucionar problemas relacionados à sua área quando solicitado, fornecendo uma informação segura, compreensível e em tempo hábil.

O currículo busca aprimorar no aluno, futuro contador, habilidades que contribuam para o desenvolvimento e aplicação das Ciências Contábeis no âmbito empresarial/gerencial e de serviços através de uma visão crítica da realidade, de postura e comprometimento ético, para com a profissão, com os problemas e questões que envolvem relações endógenas e exógenas.

Ao adquirir essas habilidades o bacharel em Ciências Contábeis terá condições de atuar em um vasto campo, tais como: Escritórios de Contabilidade, de Auditoria e Consultoria Contábil, Empresas Comerciais e Industriais em Geral, Repartições Federais, Estaduais e Municipais, dentre outros.

As oportunidades profissionais serão ainda melhores, caso o contador se aperfeiçoe em setores pouco explorados, como por exemplo, os de Contabilidade Gerencial e Gestão de Custos, Controladoria e Sistemas de Informações Contábeis, Tributação, Controle Orçamentário ou Consultoria Contábil. Além disso, existem diversas especializações contábeis que são privativas aos contadores, algumas das quais estão inseridas nos programas das disciplinas do curso, tais como, Auditoria, Contador de órgãos Públicos, Contador Empresarial e Perícia Contábil.

 

  1. Competências e Habilidades

 

Tendo em vista o perfil proposto para o egresso, pretende-se que o profissional a ser formado pelo curso de Ciências Contábeis deva possuir uma formação que contemple aspectos teóricos, práticos e éticos que possibilitarão desenvolver como principais competências e habilidades gerais para que exerçam de forma competente as seguintes funções:

  • Utilizar adequadamente a terminologia e a linguagem das Ciências Contábeis e atuariais;
  • Ser profissional no uso da linguagem da Ciência Contábeis, no raciocínio lógico, crítico e analítico para a solução de problemas fiscais e gerenciais das entidades;
  • Demonstrar visão sistêmica e interdisciplinar da atividade contábil;
  • Desenvolver, analisar e implantar sistemas de informação contábil e de controle gerencial, revelando capacidade crítico - analítica para avaliar as implicações organizacionais com a tecnologia da informação;
  • Desenvolver habilidades para solucionar problemas em diferentes graus de complexidade, de forma estratégica e preventiva;
  • Desenvolver o potencial de comunicação oral, escrita, interpessoal e intergrupal, assim como capacidade gerencial;
  • Elaborar pareceres e relatórios que contribuam pra o desempenho eficiente e eficaz de seus usuários, quaisquer que sejam os modelos organizacionais;
  • Aplicar adequadamente a legislação inerente às funções contábeis e possibilitar a elaboração de planejamento tributário das entidades;
  • Exercer suas responsabilidades com o expressivo domínio das funções contábeis, incluindo as atividades e de quantificação de informações financeiras, patrimoniais e governamentais, que viabilizem aos agentes econômicos a aos administradores de qualquer segmento produtivo ou institucional o pleno cumprimento de seus encargos quanto ao gerenciamento, aos controles e à prestação de contas de sua gestão perante a sociedade, gerando também informação para a tomada de decisão, organização de atitudes e construção de valores orientados para a cidadania;
  • Desenvolver capacidade para a área de gestão da qualidade, visando a responsabilidade social com o meio ambiente, como por exemplo, mensurar os custos ambientais;
  • Desenvolver, com motivação e através de permanente articulação, a liderança entre equipes multidisciplinares para a captação de insumos necessários aos controles técnicos, à geração de disseminação de informações contábeis, com reconhecido nível precisão;
  • Exercer com ética, responsabilidade e proficiência as atribuições e prerrogativas que lhe são prescritas através da legislação específica, revelando domínios adequados aos diferentes modelos organizacionais;
  • Desenvolver capacidade de integrar conhecimentos teóricos a práticas contábeis no ambiente em que esteja inserido, possibilitando a socialização do conhecimento.
  • Desenvolver competências para atuar em áreas instrumentais tais como: Perícia, Auditoria, Consultoria e Assessoria em Gestão Contábil Financeira, elaboração de relatórios e pareceres nos diferentes níveis gerenciais.
  • Ter capacidade de identificar suas potencialidades e limitações.

              Ao abordar o perfil dos contadores, em um cenário onde eles são substituídos pelos sistemas contábeis na realização das atividades de caráter mais operacional, Zarowin (1997) afirma que é preciso que eles assumam um novo papel - de parceiros de negócios e agentes de mudança, o que requer que eles sejam capazes de:

              a) desenvolver habilidades de um facilitador, pois para atuarem efetivamente como agentes de mudanças eles devem possuir características de persuasão e de facilitador, apresentando as informações de forma a convencer que as modificações não são apenas boas, mas necessárias;

              b) ser um profissional do conhecimento, disponibilizando informações capazes de atender as necessidades informacionais de todos os departamentos da organização; e

              (c) ser preditivo, utilizando as informações de ontem como um guia para o amanhã, deixando de se concentrar no que já passou para começar a olhar para o futuro.

  1. Organização Curricular

 

O Curso de Ciência Contábeis da IEs/FID pretende contemplar, em seu projeto pedagógico e em sua organização curricular, conteúdos que revelem a inter-relação com a realidade regional, nacional e internacional, segundo uma perspectiva histórica e contextualizada de sua aplicabilidade no âmbito das organizações por meio da utilização de tecnologias inovadoras.

Para atender a Resolução CNE/CES 10, de 16 DE Dezembro de 2004 do Conselho Nacional de Educação e da Câmara de Educação Superior, preocupamos em adequar a nossa organização curricular para tender as áreas de conhecimento descritas no Art. 5º:

  1. Conteúdo de Formação Básica: estudos relacionados com outras áreas do conhecimento, sobretudo Administração, Economia, Direito, Métodos Quantitativos, Matemática e Estatística;
  2. Conteúdo de Formação Profissional: estudos específicos atinentes ás Teorias da Contabilidade, incluindo as noções das atividades atuariais e de quantificação de informações financeiras, patrimoniais, governamentais e não-governamentais, de auditoria, perícias, arbitragens e controladoria, com suas aplicações peculiares ao setor público e privado.
  3. Conteúdos de Formação – Teórico - Prática: Estágio Curricular Supervisionado, Atividades Complementares, Estudos Independentes, Conteúdos Optativos, Prática em Laboratório de Informática utilizando softwares atualizados para Contabilidade.

Um dos requisitos necessários apresentados do documento das diretrizes curriculares do Curso de Ciências Contábeis é a preocupação com a sólida formação teórica, técnica e prática do bacharel em Contábeis.

Esta organização curricular tem como objetivo propiciar a formação do profissional qualificado, apto a atuar como gestor contábil e a atuar nas atividades fiscais e gerenciais, de forma preditiva, buscando atuar nos planejamentos tributários lícitos para a continuidade das entidades. O futuro contador deverá ter incluído em sua formação os aspectos sociais, éticos e do ambiente natural que devem ser mensurados qualitativamente pela contabilidade.

Como complementação de formação do profissional de Ciências Contábeis pretende-se que sua atuação futura seja pautada sob princípios éticos, de integralidade e de cidadania, princípios estes que nortearão toda a grade curricular do curso. Portanto, pela análise do perfil do profissional formado o curso de graduação em Ciências Contábeis da IEs/FID pode-se intuir que as exigências acadêmicas e do mercado orientam para um profissional com sólida formação profissional, pautada em conhecimento técnicos, em valores éticos e de cidadania. Os princípios norteadores básicos do Curso de Ciências Contáveis da IEs/FID evidenciam a sua concepção em valores humanísticos e éticos; relevância social; excelência acadêmica; e atualidade científico-tecnológica.

O Curso de Bacharelado em Ciências Contábeis da IEs/FID foi idealizado segundo os valores humanísticos e éticos envolvidos no ensino e no aprendizado crítico, participativo, tendo a efetiva valorização do homem e seu ambiente social, econômico, político e cultural. A importância social pautou toda a conformação do curso na medis em que se contemplou a realidade do mercado de trabalho, da realidade acadêmica, as necessidades do desenvolvimento sustentável local e regional. O projeto está estruturado nos princípios gerais que conduzam a uma formação ampla, se descuidar de uma sólida formação teórica e instrumental. Ao aluno procura-se transmitir o senso ético de responsabilidade social norteador do exercício futuro de sua profissão. A preocupação com a atualidade tecnológica está contemplada tanto na elaboração da organização Curricular do Curso, assim como nas suas atividades didáticas teóricas e práticas.

 

  1. Estrutura Curricular do Curso compõe-se das seguintes disciplinas:

 

Estrutura Curricular (INGRESSANTES 2014)

  • GRADE CURRICULAR DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS - INGRESSANTES DE 2014

1°  ANO - DISCIPLINAS

  1. H.

1

ADMINISTRAÇÃO        

80

2

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL    

80

3

CONTABILIDADE BÁSICA E TEORIA DA CONTABILIDADE

160

4

METODOS QUANTITATIVOS APIC. CIC 

80

5

ECONOMIA  

80

6

EMPREENDEDORISMO

80

7

INSTITUIÇÕES DE DIREITO PÚBLICO E PRIVADO 

80

8

MATEMÁTICA

80

9

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAIS 

80

 

TOTAL

800

2° ANO - DISCIPLINAS

  1. H.

1

CONTABILIDADE APLICADA ENTIDADES INTERESSES SOCIAIS

80

2

CONTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIO-AMBIENTAL

80

3

CONTABILIDADE SOCIETÁRIA

160

4

DIREITO COMERCIAL E LEGISLAÇÃO SOCIETÁRIA 

80

5

DIREITO E LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA 

80

6

ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

80

7

FILOSOFIA DA CIENCIA E METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO

80

8

FINANÇAS EMPRESARIAIS E MERCADO DE CAPITAIS

80

9

PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL 

80

 

TOTAL

800

3° ANO - DISCIPLINAS

  1. H.

1

CONTABILIDADE APLICADA AO AGRONEGÓCIO

80

2

CONTABILIDADE E PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO

80

3

LABORATÓRIO CONTÁBIL 

80

4

CONTABILIDADE AVANÇADA

80

5

 CONTABILIDADE GERENCIAL

80

6

DIREITO TRABALHISTA E LEGISLAÇÃO SOCIAL

80

7

MATEMÁTICA FINANCEIRA 

80

8

METODOLOGIA DA PESQUISA

80

 

TOTAL

640

4º ANO – DISCIPLINAS QUE ENTRARÃO EM VIGOR EM 2014

  1. H.

1

ANÁLISE DE PROJETOS, ORÇAMENTO EMPRESARIAL

80

2

AUDITORIA

80

3

CÓDIGO DE ÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL 

80

4

CONTABILIDADE E ORÇAMENTO PÚBLICO

80

5

 ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÒES CONTÁBEIS

80

6

CONTABILIDADE E ANÁLISE DE CUSTOS

160

7

INTRODUÇAÕ A PERÍCIA CONTÁBIL

80

8

ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL 

80

9

CONTROLADORIA

80

10

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

      80

TOTAL

800

 

CARGA HORÁRIA

  1. 040

 

ESTÁGIO SUPERVISIONADO

200

 

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

200

DISCIPLINA OPTATIVA A ESCOLHER NO 3º ANO

  • Contabilidade InternacioNAl
  • RH Aplicado a Contabilidade
  • LINGUA BRASILEIRA DE SINAIS - LIBRAS
 
 

CARGA HORÁRIA TOTAL

 

 

 

 

 

80

TOTAL GERAL

  1. 520

TEMPO MINIMO DE INTEGRALIZAÇÃO - 04 ANOS

TEMPO MÁXIMO DE INTEGRALIZAÇÃO - 07 ANOS

  1. Conteúdos Curriculares – Ementas das Disciplinas

 

As ementas das disciplinas que compõem a estrutura curricular do curso estão em ANEXO.

 

  1. ORGANIZAÇÃO METODOLÓGICA DO CURSO

 

O curso de Ciências Contábeis desenvolve, desde a sua criação, um modelo educacional que objetiva refletir as características do ambiente no qual está inserido, a identidade do Instituto ao qual está vinculado e a instituição mantenedora.

Este modelo educacional tem incorporado as mais variadas mudanças ambientais ocorridas de existência do curso, além de vir contribuir, sobremaneira, para a formação da cidadania e desenvolvimento regional através de projetos desenvolvidos pelos docentes e discentes.

Busca também, atender a Resolução CNE/CES 10, de 16 DE Dezembro de 2004 do Conselho Nacional de Educação e da Câmara de Educação Superior, referentes às diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Ciências Contábeis, cujas premissas que visam à melhoria na qualidade de ensino, interdisciplinaridade e maios interação com o ambiente externo.

 Atualmente, são desenvolvidos vários projetos ao longo do curso, entre eles, exemplificamos: Projeto Empresa Júnior, Contador Investigador e Iniciação Científica através de produção e divulgação de artigos, participação em congressos e seminários da classe, entre outros. Além disso, são realizadas visitas técnicas monitoradas pelos professores a organizações, feiras de negócios e demais eventos de interesse para o ensino da Contabilidade. A IEs/FID geralmente subsidia uma parte do custo das visitas, sobretudo, aquelas realizadas em locais distantes.

Além disso, o curso de Ciências Contábeis participa em conjunto com os cursos de Administração, Sistemas de Informação e Letras da ExpoFid e Sefol com o objetivo de discutir e elucidar tema atuais e relevantes sobre o campo de conhecimento e prática das áreas em questão e promover a formação continuada, aperfeiçoamento e atualização profissional. O evento promove a discussão de temas ligados às áreas dos cursos, ampliando e oportunizando a participação de professores e profissionais renomados, que expõem seus conhecimentos, experiências e visões, através de temas atuais e de grande interesse para a comunidade acadêmica.

Dessa forma, busca propiciar aos acadêmicos uma reflexão sobre as tendências de cenários que se apresentam em decorrência da internacionalização dos mercados, novas tecnologias e mudanças conjunturais, bem como proporcionar a ampliação do debate a respeito da atuação do profissional nesse novo tempo.

 

  1. Interdisciplinaridade e Multidisciplinaridade no ensino e aprendizagem

 

A multidisciplinaridade Destaca-se a intenção pedagógica de privilegiar a multidisciplinaridade com pratica docente visando à formação de um profissional que exerça a profissão de forma holística. Deseja-se com isso assegurar a habilidade de “saber fazer” e a competência de “saber ser”.

Para isso é assegurado ao corpo docente à autonomia e o controle de seu próprio processo de trabalho, o que possibilita abordagens que privilegiem a dimensão crítica e criativa. O resgate da dimensão humana do trabalho é uma opção na medida em que possibilita a intervenção consciente no processo produtivo, fortalecendo o exercício da cidadania, adotando-se procedimentos que visam a “problematizarão” dos assuntos tratados e não apenas a assimilação ativa de conhecimentos. Tenta-se criar condições para o desenvolvimento das capacidades de abstração e reflexão sobre a atividade realizada, ajudando os discentes a incrementar o próprio processo de aprender, a ter controle sobre sua capacidade de processar informações.

Os processos de ensino e aprendizagem do curso de Ciências Contábeis são realizados com incentivo às práticas de gestão, de inter-relacionamento e da criação de oportunidades, para que essas habilidades promovam o desenvolvimento humanista, profissional e organizacional.

A interdisciplinaridade no âmbito do curso transcende os conhecimentos especializados para colher contribuições de outras disciplinas, quando então são percebidas as limitações de cada especialidade, como uma nova forma de ver o conhecimento e conseqüentemente, o mundo.

O trabalho interdisciplinar melhora o processo educativo com a formação de pesquisadores, e o incentivo à educação permanente, com a produção de conhecimento contextualizada e complexa. O que não se trata de apenas como uma forma de “integração de conteúdos, mas sim como uma atitude no compreender e entender o conhecimento.” Para que esta realidade se efetive as atividades e os conteúdos programáticos são integrados horizontalmente, entre disciplinas/matérias da mesma série, e verticalmente, entre disciplinas/matérias de séries diferentes.

Os objetivos dessa formação pela pesquisa é levar o estudante à observação apurada de temas da administração, à análise crítica dos mesmos e a um processo de reflexão sobre questões voltadas para os paradigmas da administração.

 

  1. Estágio

 

O estágio supervisionado, atividade de ordem prática possibilitará a aplicabilidade dos conhecimentos teóricos adquiridos ao longo dos anos de estudo no curso.

Nesse sentido, a IEs/FID proporcionará ao corpo discente condições de aperfeiçoamento acadêmico, pessoal e profissional atreves da aplicabilidade de seus conhecimentos teóricos e humanos em atividades práticas da contabilidade, bem como, o seu despertar para a pesquisa e busca de novos temas que estão surgindo para atender as necessidades das entidades no mundo competitivo e globalizado.

O estágio supervisionado pretende ser um eficaz instrumento de iniciação profissional, por intermédio dessa modalidade de estágios os alunos terão contato direto com o mercado de trabalho. Segundo as Diretrizes Curriculares para os Cursos de Ciências Contábeis, o Estágio Supervisionado são extremamente importante, pois possibilitam a complementação da formação profissional dos futuros contadores.

 

  1. Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)

 

O Trabalho de Conclusão de Curso do Curso de Ciências Contábeis da IEs/FID está inserido na grade curricular e compreende momentos distintos. O primeiro ocorre no 1º ano do Curso com a elucidação da disciplina de Comunicação Empresarial que tem como principal objetivo auxiliar o acadêmico na escrita cientifica do Trabalho de Conclusão de Curso. Essa fase é finalizada com a avaliação do projeto de pesquisa. A avaliação é realizada pelo professor orientador e o de metodologia, cujo objetivo é tecer sugestões e considerações para o desenvolvimento da pesquisa, além de possibilitar o acompanhamento sistemático na produção de conhecimento construído ao longo do curso.

O segundo momento ocorre no 2º ano com a disciplina Filosofia da Ciência e Metodologia do Trabalho Científico. Nessa disciplina o docente irá apresentar aos acadêmicos os modelos básicos de produção científica e fará trabalhos práticos que irão envolver o acadêmico em apresentações internas e externas de suas primeiras produções científicas. Inclui nesses trabalhos a elaboração do anteprojeto monográfico.

O terceiro momento ocorre no 4º ano do curso, dentro da disciplina de Elaboração de Projetos, compreende a construção da monografia (TCC), a partir do planejamento realizado no projeto de pesquisa. O processo de orientação do TCC no curso de Ciências Contábeis consiste em orientações individuais com os professores orientadores. O processo de orientação envolve uma dimensão extremamente pedagógica, em que a relação orientador-orientando seja fundamentalmente de aprendizagem e de crescimento profissional e intelectual.

O tema da monografia (TCC), dentro do campo administrativo curricular, será de livre escolha do aluno. O professor-orientador também será escolhido pelo mesmo, dentre os professores-orientadores relacionados pelo Instituto para o curso.

A parte final do processo consiste na apresentação oral do TCC. Cada aluno deverá apresentar o seu trabalho em 20 minutos.

 

 

  1. Monitoria

 

O Curso de Ciências Contábeis da IEs/FID oferece a possibilidade de monitorias em suas disciplinas para aqueles alunos que se destacam durante a realização das disciplinas do curso. É realizado um processo de seleção, e, depois de selecionados dentro de critérios regimentais, os alunos desenvolvam suas atividades de monitoria em horários extraclasse, orientando grupos de alunos ou turmas, sob coordenação e orientação do professor da disciplina.

O exercício da atividade de monitoria é remunerado de acordo com critérios definidos anualmente pela entidade mantenedora.

 

  1. Disciplinas Optativas

 

As disciplinas optativas buscam complementar e enriquecer a formação do aluno e estão inseridas na grade curricular. Por meio delas, o estudante tem a oportunidade de aumentar o espaço de flexibilidade e autonomia dentro da grade curricular de seu curso para diversificar o seu aprendizado pessoal e profissional. Pode, assim, desenvolver competências novas e atuais que não fazem parte do núcleo específico de formação oferecido pelo curso.

As optativas não são disciplinas direcionadas exclusivamente a alunos de um único curso, mas aos estudantes de todos os cursos e de todos os períodos, sem restrições temáticas ou de pré-requisitos. A coordenação do Curso poderá alterar as áreas das disciplinas optativas quando julgar necessário para manter a atualização e a flexibilidade curricular. A disciplina Libras será sempre oferecida aos alunos. Os alunos poderão escolher as disciplinas optativas dentro de um elenco (mínimo de duas, sendo uma delas Libras) disponibilizado pela Faculdade.

Cabe ressaltar que as disciplinas optativas seguem a mesma m metodologia tradicional de aulas presenciais, bem como, o sistema de avaliação vigente.

 

 

  1. Atividades Complementares de Graduação (ACG)

 

As Atividades Complementares procuram possibilitar o reconhecimento e o desenvolvimento de habilidades, conhecimentos e competências do aluno, inclusive dos adquiridos fora do ambiente acadêmico. Podem ser caracterizadas como um conjunto de atividades voltadas à formação integral dos alunos de graduação. Destinam-se as cargas horárias do curso por meio de iniciativas que permitam a parti de um enfoque interdisciplinar, a reflexão, o debate de idéias, o aprofundamento cultural e, por conseqüência, o desenvolvimento da capacidade crítica, do exercício da cidadania e o aprimoramento da formação profissional.

Foram introduzidas a partir dos processos de discussão sobre os currículos e as cargas horárias dos cursos superiores, a partir de 1997, em virtude da introdução da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira (LDB) nº. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Foram definidas como parte dos currículos dos cursos superiores, a partir do estabelecimento da preocupação com que estes, entre outros aspectos, estivessem voltados a:

  • Incentivar uma sólida formação geral, necessária para que o futuro graduando possa vir a superar os desafios de renovadas condições de exercício profissional e de produção do conhecimento, permitindo variados tipos de formação e habilitações diferenciadas em um mesmo programa;
  • Estimular práticas de estudo independentes, visando uma progressiva autonomia profissional e intelectual do aluno.

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  1. AÇÕES DECORRENTES DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DO CURSO

 

  1. Avaliação (Interna e Externa)

 

O modelo de auto avaliação, do Curso de Ciências Contábeis em conformidade com a orientação da CPA IES/FID, nos termos do Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior – Sinaes, instituído pela Lei 10.861/2004, tem como premissa a necessidade de avaliar a capacidade institucional, o processo de ensino e produção do conhecimento, bem como a responsabilidade social dos cursos que integram a IES/FID é fator de extrema preocupação para os seus dirigentes, principalmente no que tange à busca pela qualidade do ensino ministrado na IES.

A IEs/FID mantém, a partir de 2009, um Programa Permanente de Avaliação Institucional, buscando a melhoria contínua de seu desempenho e ao estabelecimento de padrões cada vez mais elevados de qualidade e competência. O processo teve como ponto de partida o processo de migração para o Sistema Federal de Ensino, proveniente do julgamento proferido na ADIN 2501, de 04/09/2008. Dessa forma, o processo de Avaliação Institucional, passou a contemplar todas as 10 dimensões institucionais, conforme determina o SINAES. O processo, de caráter global, fundamenta-se em três pontos básicos: qualidade acadêmico-pedagógica, eficiência e eficácia administrativa e a relevância pública e social da Instituição. Tem como base e orientação a legislação em vigor, orientada pelas diretrizes legais, estabelecidas pelo Sistema de Avaliação da Educação Superior (SINAES), consubstanciado em documento específico instituindo o Projeto de Avaliação Institucional, aprovado pela Mantenedora, a ser aplicado em todos os cursos.

O referido instrumento passou a atender, com maior eficácia, aos objetivos precípuos de busca da melhoria da qualidade da comunidade acadêmica em consonância com a missão, finalidade e objetivos da IEs/FID. Em especial, instituiu processos internos de avaliação dos cursos, integrando as avaliações formais realizadas através do programa às demais formas de avaliação feitas por todos os segmentos e setores da Instituição, assim como as de órgãos externos, especialmente as promovidas pelo Ministério da Educação.

O sistema de avaliação do curso que deve se consolidar num sistema regular, sendo os seus resultados aplicados no aperfeiçoamento do curso e deve contemplar a avaliação de professores, de disciplinas, de programas, de órgãos de suporte acadêmico, de egressos, e ingresso (calouro) e de, contudo. Deve explicitar que os resultados da avaliação serão utilizados para a melhoria do curso.

Dentro da perspectiva a avaliação da qualidade do curso deve ser feita prioritariamente pelo corpo discente e durante o processo de formação, permitindo a identificação dos problemas e a melhoria dos processos.

Portanto, um modelo de avaliação que tem como finalidade de implementar a melhoria contínua na Faculdade deve:

  1. Dar atenção aos anseios do alunado, permitindo que a organização atenda à exigência da sociedade, que clama por melhores serviços.
  2. Introduzir o processo participativo, com a adoção de uma nova filosofia gerencial onde o ser humano é considerado fator fundamental, permitindo a melhoria da qualificação e da motivação do corpo funcional e estimulando a integração das pessoas.
  3. Favorecer a discussão sobre as mudanças no processo ensino-aprendizagem.

No que tange à periodicidade da avaliação, na IES/FID, a mesma é realizada anualmente e deverá ser utilizada como instrumento de avaliação de processo e ser utilizada para reformular a prática pedagógica desenvolvida pelo Curso. A partir das informações geradas pelo sistema de Avaliação, são incorporadas medidas corretivas tanto no desenvolvimento das disciplinas e seus conteúdos, como na prática pedagógica.

 

  1. AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINO APRENDIZAGEM

 

Quanto à mensuração, entre a proposta para os objetivos, o perfil e as habilidades da IES enfatizadas no projeto pedagógico do Curso e a verificação do atingimento das mesmas pela IES, a FID confronta tais parâmetros com seus efetivos resultados, utilizando-se, principalmente, de seus elementos de avaliação.

Dentre estes elementos, os principais, e formalmente estabelecidos, são as avaliações acadêmicas, auto avaliações e avaliações externas. As avaliações acadêmicas permitem examinar o grau de consecução destes objetivos, habilidades e perfil pretendidos, na medida em que permite mensurar o desenvolvimento da oralidade e capacidade de expressão (verbal e escrita), profundidade de conhecimentos, envolvimento com a sociedade e sua responsabilidade social. Por outro lado, permite uma tabulação quantitativa e qualitativa dos resultados alcançados, os quais, periodicamente, são analisados pela coordenação de Curso e Diretoria Acadêmica, obtendo-se, desta forma, não só um levantamento do desempenho acadêmico do alunado, mas também um forte demonstrativo de suas tendências quanto ao perfil que se espera do egresso, das habilidades que o acadêmico demonstra, possibilitando retificar, ou ratificar, condutas e outros aspectos da formação do operador do Direito.

A avaliação da aprendizagem escolar é feita por disciplina ou bloco de disciplinas, incidindo sobre o aproveitamento. A freqüência às aulas e demais atividades escolares, permitidas apenas aos matriculados, é obrigatória, vedado o abono de faltas, salvo em casos previstos em lei. Independentemente dos resultados obtidos na avaliação de aprendizagem, é considerado reprovado o aluno que não obtenha freqüência de, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) no total das aulas e demais atividades programadas para o ano letivo em cada disciplina.

A verificação da aprendizagem e o registro da freqüência são de responsabilidade do professor ou da instituição, quando utilizar processo informatizado, e o seu controle, da Secretaria de Registro Acadêmico. O aproveitamento escolar é avaliado através do acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos nas provas escolares ou em outras formas de verificação da aprendizagem.

Compete ao professor da disciplina aplicar as provas ou outras formas de verificação de aprendizagem, bem como julgar-lhes os resultados. A cada verificação de aprendizagem é atribuída uma nota, expressa em grau numérico de zero a dez. Atribui-se a nota zero ao aluno que deixar de submeter-se à verificação prevista na data fixada, bem como ao que nela se utilizar meio fraudulento.

O aluno que deixar de comparecer à verificação na data fixada no Calendário Acadêmico poderá requerer prova em 2ª Chamada, de acordo com o Calendário Acadêmico. A aplicação da avaliação de 2ª Chamada será realizada por um profissional designado pela coordenação de Curso. O aluno poderá requerer, ao Coordenador do Curso, vista e revisão das avaliações dentro de 48 (quarenta e oito) horas úteis após a divulgação da nota.

 Atendida, em qualquer caso, a freqüência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) às aulas e demais atividades escolares são aprovadas:

 

  1. Independentemente de exame final, o aluno que obtiver nota de aproveitamento não inferior a 7 (sete), como resultado da média aritmética das notas dos exercícios escolares realizadas no ano letivo;
  2. Mediante exame final, o aluno que tendo obtido nota de aproveitamento inferior a 7 (sete), porém não inferior a 5 (cinco), obtiver nota final não inferior a 6 (seis), correspondente à média aritmética entre a nota das provas realizadas durante o ano letivo e a nota obtida como resultado do exame final.

A média é apurada até a primeira decimal, sem arredondamento.

Na hipótese de disciplinas cuja carga horária seja ministrada em apenas um semestre letivo, a nota de aproveitamento será a média aritmética das notas das duas avaliações bimestrais, atendidas as demais normas constantes deste capítulo.

O aluno reprovado por não ter alcançado a freqüência ou as notas mínimas exigidas, repetirá a disciplina, sujeito às mesmas exigências de freqüência e de aproveitamento estabelecidas neste Regimento Unificado.

É promovido à série seguinte o aluno aprovado em todas as disciplinas da série anterior ou com a dependência de aprovação em, no máximo, 2 (duas) disciplinas.

 

  • O aluno promovido, em regime de dependência, deve matricular-se, obrigatoriamente, na série seguinte e nas disciplinas de que depende, observando-se na nova série a compatibilidade de horários e aplicando-se, a todas as disciplinas, as mesmas exigências de freqüência e aproveitamento em artigos anteriores.
  • Não se admite nova promoção com dependência de disciplina da série não imediatamente anterior, ressalvada a hipótese do não oferecimento da disciplina.

 

  • O Conselho Acadêmico poderá aprovar a ministração de disciplinas, em regime de dependência, em dias e horários especiais, obedecidos, em qualquer hipótese, o conteúdo e duração previstos nos planos de ensino aprovados pelos Colegiados de Cursos para cada disciplina integrante dos currículos plenos constantes do Anexo II deste Regimento.

É assegurado aos alunos portadores de doença ou impedidos por alguma limitação física e às alunas gestantes direito a tratamento excepcional, com dispensa de freqüência regular, de conformidade com a legislação vigente e as normas constantes deste Regimento.

Resguardadas as condições necessárias ao processo de aprendizagem, a ausência de atividades escolares pode ser compensada pela realização de trabalhos e exercícios domiciliares, durante o regime excepcional, com acompanhamento do professor da disciplina, consoante às possibilidades da Instituição.

 

  1. AS TICS NO PROCESSO ENSINO APRENIZAGEM.

 

Buscando estimular nos alunos as importantes competências advindas das Tecnologias de Informação e Comunicação TICs, nos processos de ensino aprendizagem está contemplada a utilização de ferramentas dessa natureza.

Sendo assim, para além da internet, laboratório com computadores, outras possibilidades das TICs são trabalhadas, de maneira a preparar o aluno para a atuação profissional no mundo contemporâneo. O uso de softwares interativos, disponibilização de conteúdos on-line e outros recursos contribuem para a promoção de interação, prendem a atenção do aluno e tornam a aula mais interessante e produtiva, contribuindo assim para o processo de ensino e aprendizagem.

 

 ANEXOS

 

Ementas do Curso de Ciências Contábeis de 2014

 

  

 

1º ANO

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL          C/ H: 80 ha

 

EMENTA:

Práticas de leitura, escrita e análise lingüística de textos relacionados à área de Ciências Contábeis e afins a partir do enfoque enunciativo-discursivo.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

GOLD, Miriam. Redação empresarial. São Paulo: Makron Books, 2006.

MOTTA, Carlos Alberto Paula e Oliveira, José Paulo Moreira de, Como escrever melhor. São Paulo: Publifolha,2000.

SIQUEIRA, João Hilton Sayeg. O texto. São Paulo: Selinunte, 1990.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

MARCOS, Bagno. Preconceito Lingüístico. São Paulo: Edições Loyola, 1999.

MARTINS, Maria Helena. O que é leitura. São Paulo: Brasiliense, 1986.

INFANTE, Ulisses. Curso de gramática aplicada aos textos. São Paulo: Scipione, 2006.

MEDEIROS, João Bosco. Português instrumental. São Paulo: Atlas, 2005.

 

 

  

ADMINISTRAÇÃO C/ H: 80 ha

EMENTA:

 Introdução à Administração: paradigma da administração e seus fundamentos. O que é administração. Uma visão sobre as funções organizacionais e sobre os processos de Administração. Bases históricas. Abordagens clássica, humanista e organizacional. Novas configurações organizacionais. Organização. Planejamento. Direção: comunicação, tomada de decisão, poder e autoridade. Controle e coordenação. As funções administrativas frente às novas tendências. Temas da atualidade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

 

 ARAUJO, Luis César G. Teoria geral da administração: aplicações e resultados nas empresas. São Paulo: Atlas, 2004.

 

BATEMAN, Thomas S. Administração, Construindo Vantagem Competitiva. BRASIL: Atlas, 1998. 539p. 

 

ROBBINS, Stephen P. ; DECENZO, David A. ;TAYLOR, ROBERT BRIAN Fundamentos de Administração: Conceitos Essenciais e Aplicações. 4. ed. : Pearson Education, 2004.

 

 ROSSETI, J. P. Introdução à economia. São Paulo: Atlas, 2006.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

 

Adir Jaime de Oliveira Muniz e Ermínio Augusto Farias. Teoria da Administração: Noções Básicas. 4ª. ed. São Paulo: Atlas, 2001. 

 

CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. 6. ed. RIO DE JANEIRO: Campus, 2000. 700p MAXIMIANO, Antônio C. . Introdução a Administração. 6 REV. E AMPL. ed. : Atlas, 2004. 476p. 

 

DIAS, Reinaldo Carlos. Introdução à Administração da Competitividade à Sustentabilidade, Alínea, 2003.

 

PARNELL, JOHN, KROLL, MARK E WRIGHT, Peter. Administração Estratégica: Conceito. 1ª. ed. São Paulo: Atlas, 2000. 

 

TROSTER, R. L. Introdução à economia. São Paulo: Makron Books, 2002.

 

 

CONTABILIDADE BÁSICA E TEORIA CONTABILIDADE  C/ H: 80ha

EMENTA:

Fundamentos. Princípios fundamentais de contabilidade (visão geral). Relatórios contábeis (visão geral). Patrimônio. Balanço patrimonial: estrutura e critérios de grupamento. Variações do Patrimônio Líquido. Demonstração do resultado do exercício: visão geral. Plano de contas.

Escrituração: Livros contábeis, contas, método das partidas dobradas, lançamentos contábeis, sistemas de escrituração contábil e encerramento do exercício. Regimes Contábeis.

Operações com disponibilidades; Devedores Duvidosos; descontos; contas a receber; despesas antecipadas. Realizável em Longo Prazo, Depreciação, exaustão e amortização. Provisões. Investimentos; Imobilizado e Intangível. Resultados não operacionais. Exigível em Longo Prazo, Receitas diferidas, Patrimônio Líquido, Apuração do Resultado do Exercício. Balanço Patrimonial. Demonstração do Resultado do Exercício.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

IUDICIBUS, Sergio de ET AL, Contabilidade Introdutória. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2006. 240 p. ISBN 978 85 224 4262 1. Livro-texto.

MARION, José Carlos. Contabilidade básica. 10.ed. São Paulo: Atlas, 2009. 272 p ISBN 978 85 224 55 92 8 Livro-texto.

PADOVEZE, Clovis Luis. Manual de contabilidade básica. 7 ed. São Paulo: Atlas, 2009. 428 p. ISBN 978 85 224 5509 6.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

CREPALDI, Silvio Aparecido. Curso Básico de Contabilidade: resumo da teoria, atendendo às novas demandas da gestão empresarial, exercícios e questões com respostas. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2003.

GONÇALVES, Eugênio Celso; BAPTISTA, Antônio Eustáquio. Contabilidade Geral. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2004.

MARION, José Carlos. Contabilidade Básica. 7a. ed. São Paulo: Atlas, 2004.

MARION, José Carlos. Contabilidade Empresarial. 11.ed. São Paulo: Atlas, 2005.

MÉTODOS QUANTITATIVOS E QUALITATIVOS APLICADOS A CONTABILIDADE – 80 horas

Ementas: Análise de Dados; Distribuição de Freqüência; Descrição de Dados; Probabilidades; Regressão e Correlação; Séries Temporais; Representação Gráfica; Números Índices; Teoria da Amostragem; Testes de Hipóteses; Noções de Cálculos Atuariais

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

BUSSAB, Wilton O. Análise de variância e regressão. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 1999. 147 p.

SPIEGEL, Murray R. Estatística. 3. ed. São Paulo: Makron, 1994. 644 p. ISBN 85 346 0120 8.  STEVENSON, Wiliam J. Estatística aplicada à administração. São Paulo: Harbra, 2001. 498 p. ISBN 85 294 0092 5.

 

STEVENSON, Wiliam J. Estatística aplicada à administração. São Paulo: Harbra, 2001. 498 p. ISBN 85 294 0092 5.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

COSTA NETO, Pedro Luiz de Oliveira. Estatística. Ed.Edgard Blucher, São Paulo 2002

 

HOFFMANN, R. Estatística para economistas. São Paulo : Pioneira, 1991.

 

MORETH in, Luiz Gonzaga. Estatística básica. Editora: LCTE, São Paulo.

 

KAZMIER, Leonardo J. Estatística aplicada a economia e administração. São Paulo : Makron Books, 1982.

 

TOLEDO, G. L. & OVALLE, I. I. Estatística básica. São Paulo : Atlas, 1998

 

 

  

ECONOMIA  – 80 horas

 

Ementas: Conceitos fundamentais de Economia. Noções de Microeconomia. Noções de Macroeconomia. Mensuração da Atividade Econômica.Repartição da Renda. Economia do Setor Público.

 

Bibliografia Básica 

GARCIA, M. E.; VASCONCELLOS, M. A. S. de. Fundamentos da Economia. São Paulo: Saraiva, 2008.

CARVALHO, José L. et al. Fundamentos de economia: microeconomia. São Paulo: CENGAGE LEARNING, 2008.

GUIMARÃES, B. e GONÇALVES, C. E. Introdução à economia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.

 

Bibliografia Complementar

LOPES, Vivaldo. Mato Grosso, Território de Oportunidades. 1° Edição. Cuiaba: Editora entrelinhas, 2010.

ALBANO, Valter. Do Caos ao Equilíbrio Fiscal. 1° Edição. Cuiabá: Editora entrelinhas, 2001.

GUJATARI, D. Econometria básica. São Paulo: Makron Books, 2006.

MONTELLA, M. Micro e macroeconomia: uma abordagem conceitual e prática. São Paulo: Atlas, 2009.

QUIPE DE PROFESSORES DA USP. Manual de economia. São Paulo: Saraiva, 2004.

EMPREENDEDORISMO – 80 horas

Ementas: 

Principais conceitos e características. A gestão empreendedora e suas implicações para as organizações. O papel e a importância do comportamento empreendedor nas organizações. O perfil dos profissionais empreendedores nas organizações. Processos grupais e coletivos, processos de autoconhecimento, auto-desenvolvimento, criatividade, comunicação e liderança. Ética e Responsabilidade Social nas organizações. A busca de oportunidades dentro e fora do negócio. A iniciativa e tomada de decisão. A tomada de risco. A gestão empreendedora de pessoas nas organizações.

Bibliografia Básica

DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. 3.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.

CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor. 3.ed. São Paulo: Saraiva, 2008.

Manual de Plano de Negócios: Fundamentos, processos e estruturas. São Paulo: Atlas. 2010.  

Bibliografia Complementar

BLANCHARD, Ken; HUTSON, Don; WILLIS, Ethan. Empreendedor Minuto. Rio de janeiro: Sextante, 2008.

ARAÚJO FILHO, Geraldo Ferreira de. A Criatividade Corporativa na Era dos Resultados. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2003.

MARCONDES, Reynaldo Cavalheiro; BERNARDES, Cyro. Criando Empresas para o Sucesso: empreendedorismo na prática. 3.ed. São Paulo: Saraiva, 2004.

CASAROTTO FILHO, Nelson. Elaboração de Projetos Empresariais: análise estratégica, estudo de viabilidade e plano de negócio. São paulo: Atlas S.A., 2011

 

INTITUIÇOES DE DIREITO PUBLICO E PRIVADO – 80 horas

 

Ementas: Estudo das principais noções dos diferentes ramos do conhecimento jurídico e da teoria do Estado numa abordagem crítico-reflexivo dos seguintes pontos: A sociedade e o Direito. As fontes do Direito. Ordenamento Jurídico: unidade, completude e coerência. Ramos do Direito. Noções de Direito, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Tributário, Direito Penal. Noções de Direito Privado: Direito Civil, Comercial e do Trabalho.

 

Bibliografia Básica

ALBERGARIA, B. Instituições de direito.  São Paulo: Atlas, 2008.

COTRIM, G. Direito fundamental – instituições de direito público e privado. São Paulo: Atlas, 2010.

MONTORO, A. F. Introdução à ciência do direito. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2011.

 

Bibliografia Complementar

 

BRASIL. Lei nº 8.078/90 - Código de defesa do consumidor.

BRASIL, Constituição. Constituição: República Federativa do Brasil. Brasília, Senado Federal, Centro Gráfico, 1988.

MARTINS, F. Curso de direito comercial. Rio de Janeiro: Forense, 2009.

DOWER, N. G. B. Instituições de direito público e privado. São Paulo, Nelpa, 2005.

PINHO, Ruy Rebello; NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Instituições de direito

público e privado. 21. ed. São Paulo: Atlas 1999.

MATEMÁTICA – 80 horas

 

Ementas: Conjuntos numéricos. Funções de variável real. Limites e Continuidade. Derivadas e  Aplicações. Conceitos de integral e técnicas de integração.

 

Bibliografia Básica

CRESPO, Antônio Arnot. Estatística Fácil. 19° Edição. São Paulo: Saraiva, 2009.

BUSSAB, Wilton de O; MORETTIN, Pedro A.  Estatística Básica. 6° Edição. São Paulo: Saraiva, 2010.

BRUNI, A. L. Estatísticas aplicada à gestão empresarial. São Paulo: Atlas, 2011.

 

Complementar

MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatística Básica: Inferência. São Paulo: Person Makron Books, 2005.

NETO, Pedro Luiz de Oliveira Costa. Estatística. 2° Edição. São Paulo: Edgard Blucher, 2002.

LARSON, Ron; FARBER, Betsy. Estatística Aplicada. 2° Edição. São Paulo: Prentice Hall, 2004.

ANDERSON, D. R.; SWEENEY, D. J.; WILLIAMS T. A. Estatística aplicada à administração e economia.  São Paulo: Pioneira, 2007.

BRUNI, A. L. Estatísticas aplicada à gestão empresarial. São Paulo: Atlas, 2011.

 

 

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E SISTEMAS DE INFORMAÇOES GERENCIAIS – 80 horas

Ementas:

O enfoque da disciplina é o de tratar a tecnologia da informação como um recurso organizacional estratégico para sustentar os sistemas de informação para decisões especialmente aquelas ligadas aos clientes. Mostra-se como essa tecnologia pode ser eficiente na integração entre os diversos processos de negócios, envolvendo as diversas áreas funcionais da empresa, bem como na formulação de plano estratégico da empresa. Sua abordagem considera o aluno como um usuário desses sistemas que precisa adequá-los à natureza do processo decisório da realidade de cada negócio. É indispensável obter conhecimentos e habilidades nas disciplinas Teoria da Administração Contemporânea, Gestão Financeira Empresarial, Estratégias de Produto e Distribuição. 

 

Bibliografia Básica

ALBERTIN, A. L. Administração da informática: funções e fatores críticos de sucesso. São Paulo: Atlas, 2009.

ASSIS, W. M. de. Gestão da informação nas organizações: como analisar e transformar em conhecimento informações captadas no ambiente de negócios: exemplos práticos. Belo Horizonte: Autêntica, 2008.

MARIANO, S. R. H.; MAYER, V. F. Tecnologia e gestão da informação. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.

 

Bibliografia  Complementar

TURBAN, Efrain; RAINER,JR, R. Kelly; POTTER, Richard E. Administração de Tecnologia da Informação: Teoria e Prática. 3° Edição. São Paulo: Campus, 2005.

 

CORNACHIONE JR., Edgard B. Informática : aplicada às Áreas de Contabilidade, Administração, e Economia. 3° edição. São Paulo, Atlas, 2011.

 

FILHO, João Chinelato. O&M Integrado à Informática. 10° edição. Rio de Janeiro: Editora, 2000.

 

CHLEBA, Márcio. Marketing Digital: Novas Tecnologias & Novos Modelos de Negócios. 3° Edição. São Paulo: Futura, 2010.

 

KENSKI, V. M. Educação e tecnologias: o novo ritmo da informação. Campinas: Papirus, 2009

2º ANO

CONTABILIDADES APLICADAS A ENTIDADES DE INTERESSES SOCIAIS – 80 horas

Ementas:

Apresentar aos acadêmicos o conhecimento do Terceiro Setor os procedimentos contábeis, jurídicos e administrativos específicos relacionados às entidades de terceiro setor. Instruir de forma, teórica-prática a prestar contas das movimentações financeiras das ditas entidades, com uso dos relatórios contábeis tradicionais, bem como, relatórios úteis à prestação de contas. Capacitar o aluno fornecer e interpretar as informações contábeis para a tomada de decisão.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

Conselho federal de Contabilidade. Manual de procedimentos contábeis e prestação de contas das entidades de interesse social. 2.ed. Brasília: CFC, 2003. 176 p.

 

CABRAL, Heloisa. Terceiro Setor: Gestão e controle social. São Paulo: Saraiva, 2009.

 

PEYON, Luis Francisco. Gestão Contábil para o Terceiro Setor. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 2004

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

CAVALCANTI, Marly(org.). Gestão social, estratégias e parcerias. São Paulo: Saraiva, 2006. 321 p.

 

OLAK, Paulo Arnaldo, NASCIMENTO, Diogo Toledo do. Contabilidade para Entidades sem Fins Lucrativos (Terceiro Setor). 2 ed. São Paulo: Atlas, 2008

 

RAMPASO, Renata Favero. Entenda o Terceiro Setor. 1.ed. Editora: Leap, 2010.

 

LUNARDELLI, Regina Andrea Accorsi. Tributação do Terceiro Setor. São Paulo: Quartier Latin, 2006

 

FILELLINI, A. Contabilidade Social. São Paulo:Atlas, 2000.

 

CONTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIO-AMBIENTAL – 80 horas

Ementas: Conceitos e objetivos da Contabilidade Ambiental. Ativo, Passivo, Receita e Despesas ambientais. Adequação da relação empresa-meio ambiente. Considerações gerais sobre a Contabilidade Ambiental. Métodos de Valoração de Ativos e Passivos Ambientais. Noções sobre dano ambiental. Dano Ambiental conceito e forma de reparação. Desenvolvimento Sustentável. Relatórios Ambientais. Balanço Social. Noções sobre economia ambiental. Discussão sobre educação ambiental e contabilização, Educação das relações étinico-raciais, cultura afro-brasileira/africana/indígena e direitos humanos

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

BRAGA, Célia(org.). Contabilidade Ambiental: ferramenta para a sustentabilidade governamental. São Paulo: Atlas, 2007. 169 p.

KRAEMER, M.E.P.; TINOCO, J.E.P. Contabilidade e Gestão Ambiental. São Paulo: Atlas, 2004.

RIBEIRO, O.M. Contabilidade Ambiental. São Paulo: Saraiva, 2005.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

 

FOGLIATTI, Maria Cristina(et al.). Sistema de gestão ambiental para empresas. Rio de Janeiro: INTERCIÊNCIA, 2011. 150 p.

PAIVA, P. R. Contabilidade Ambiental: evidenciação dos gastos ambientais com transparência e focado na prevenção. São Paulo: Atlas, 2003.

FERREIRA, A.C.S. Contabilidade Ambiental: uma informação para o desenvolvimento sustentável. 2ed. São Paulo: Atlas, 2006.

DA SILVA, Benedito Gonçalves. Contabilidade Ambiental: sob a ótica da contabilidade financeira. Curitiba: Juruá, 2009.

CARVALHO, Gardênia Maria Braga. Contabilidade Ambiental: Teoria e Prática. 2. ed. Curitiba: Juruá, 2008

 

CONTABILIDADE SOCIETÁRIA – 160 horas

Ementas:

Tipos de sociedades. Estrutura de capital das empresas. Títulos de créditos e ações, reorganização societária. Contabilização de matriz e filial, reservas e retenção de lucros. Provisões. Dividendos. Demonstrações contábeis conforme legislação vigente.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

 

FIPECAFI. Manual de contabilidade das sociedades por ações: aplicável às demais sociedades. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2007

SANTOS, José Luiz; SCHMIDT, Paulo. Contabilidade societária. 4a ed., São Paulo: Atlas, 2011.

IUDÍCIBUS, Sérgio de. Manual de Contabilidade das Sociedades por ações: aplicável às demais sociedades . 5.ed. São Paulo: Atlas, 2000. 508 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

FIPECAFI, Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras. Manual de contabilidade societária. São Paulo: Atlas, 2010.

SZUSTER, Fernanda Rechtman. Contabilidade Geral: introdução a contabilidade Societária.  3ª ed., São Paulo: Atlas, 2011.

ALMEIDA,Marcelo Cavalcanti. Contabilidade avançada: textos, exemplos e exercícios resolvidos. São Paulo: Atlas, 2010.

PEREZ JUNIOR, José Hernandes; OLIVEIRA, Luís Martins de. Contabilidade avançada: texto e testes com as respostas. 7 ed. São Paulo: Atlas, 2010.

NEVES, Silvério das; VICECONTI, Paulo Eduardo Vilchez. Contabilidade avançada e análise das demonstrações financeiras. 9. ed. São Paulo: Frase, 2010.

 

DIREITO COMERCIAL  E LEGISLAÇÃO SOCIETÁRIA – 80 horas

Ementas:

O enfoque da disciplina é o de tratar a tecnologia da informação como um recurso organizacional estratégico para sustentar os sistemas de informação para decisões especialmente aquelas ligadas aos clientes. Mostra-se como essa tecnologia pode ser eficiente na integração entre os diversos processos de negócios, envolvendo as diversas áreas funcionais da empresa, bem como na formulação de plano estratégico da empresa. Sua abordagem considera o aluno como um usuário desses sistemas que precisa adequá-los à natureza do processo decisório da realidade de cada negócio. É indispensável obter conhecimentos e habilidades nas disciplinas Teoria da Administração Contemporânea, Gestão Financeira Empresarial, Estratégias de Produto e Distribuição. 

 

Bibliografia Básica

MAMEDE, G. Manual de direito empresarial. São Paulo: Atlas, 2009.

ABREU, A. Gestão fiscal nas empresas: principais conceitos tributários e sua aplicação. São Paulo: Atlas, 2008.

CARVALHO, P. de B. Curso de direito tributário. São Paulo: Saraiva, 2011.

 

Bibliografia Complementar

REQUIÃO, Rubens. Curso de direito comercial. 28. ed. São Paulo: Saraiva, 2009. v. 1. 541 p. ISBN 978 85 020 7703 4.

ARLIN, V. I. Direito Administrativo - doutrina, jurisprudência e direito comparado. Santa Catarina, 2005.

DI PIETRO, M. S. Z. Direito administrativo. São Paulo: Atlas, 2011.

BRASIL. Código tributário nacional. São Paulo: Saraiva, 2011.

BRASIL. Lei nº 8.078/90 - Código de defesa do consumidor.

 

  

DIREITO E LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA         – 80 horas

EMENTA:

Sistema Tributário Nacional. Legislação tributária: tributos - conceitos e espécies, tributos federais, estaduais e municipais, princípios constitucionais tributários, elementos fundamentais do tributo, imunidade e isenção tributária, regulamentos dos impostos. Principais funções e atividades da contabilidade tributária. Normas para escrituração dos livros fiscais e contábeis. Contribuições sociais e tributos sobre o lucro das pessoas jurídicas. Contribuições sociais sobre o faturamento. Contabilização de contribuições e impostos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

AMARO, Luciano da Silva. Direito Tributário Brasileiro. 16ª ed. São  Paulo: Saraiva, 2010.

MACHADO, Hugo de Britto. Curso de Direito Tributário. São  Paulo: Malheiros. 2010. 574p

SABBAG, Eduardo. Manual de direito tributário. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2012

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

ROMEU, Alceu de Castro(et al.). Contabilidade Tributária: doutrina e direito contábeis. São Paulo: Atlas S.A., 1985. 318 p.

BRASIL. Código Tributário Nacional. 10.ed. São Paulo: REVISTA DOS TRIBUNAIS, 2005. 1088 p.          

FRANCO, Vera helena de; CARAZZA, Roque Antônio(org.). Código Comercial, Código tributário nacional, Constituição Federal. 6.ed. São Paulo: REVISTA DOS TRIBUNAIS, 2004. 1523 p.

HARADA, KIOSHI. Direito Financeiro e Tributário. 22ª ed. rev. e ampl. São Paulo: Altas, 2013.

ROSA JÚNIOR, Luiz Emygdio F. da. Manual de Direito Financeiro. 20 ed. Rio de Janeiro: Renovar, 2012

 

ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS – 80 horas

EMENTA: Introdução à análise das demonstrações contábeis. Os usuários e instrumental básico para análise. Os métodos e diversos tipos de análise. As demonstrações contábeis, segundo a Lei 6.404/76, 11.638/07 e Lei nº 11.941/09. Padronização das demonstrações contábeis. Análise horizontal e vertical. Estudo das necessidades de capital de giro. Análise de controle financeiro, liquidez empresarial. Rentabilidade empresarial. Análise e controle econômico.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

ASSAF NETO, Alexandre. Estrutura e Análise de Balanço: um enfoque econômico-financeiro. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2002. 320 p.

MARION, José Carlos. Análise das demonstrações contábeis: contabilidade empresarial. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2010

IUDÍCIBUS, Sérgio de. Análise de balanços. 10. ed., rev. e atual. São Paulo: Atlas, 2009.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

BEGALLI, Glaucos Antonio; PEREZ JUNIOR, José Hernandez. Elaboração e análise das demonstrações contábeis. São Paulo: Atlas, 2009.

MATARAZZO, Dante C. Análise financeira de balanços: abordagem básica e gerencial. 7 ed. São Paulo: Atlas, 2010.

MARION, José Carlos. Análise das demonstrações contábeis. 7.ed.São Paulo: Atlas, 2012

SANTOS, José Luiz dos; SCHMIDT, Paulo; MARTINS, Marco Antonio. Fundamentos de análise das demonstrações contábeis. São Paulo: Atlas, 2006.

IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARION, José Carlos. Análise de Balanços: Livro de exercícios. 4.ed. São Paulo: Atlas, 1998. 122 p.

 

FILOSOFIA DA CIÊNCIA E METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTIFICO– 80 horas

Ementas: Curso temático ou monográfico sobre problemas e conceitos fundamentais da Filosofia da Ciência. O conceito de cientificidade, observação, modelo, hipótese, indução, dedução, princípio da verificação, lei, teoria, etc....

Poder-se-á dar ênfase a autores significativos na atual Filosofia da Ciência, como: Popper, Kuhn, Bachelard, Canguilhem, Lakatos, Feyerabend. Leitura e análise de textos; ciência e conhecimento científico: tipos de conhecimento; conceito de ciência; classificação e divisão da ciência; métodos científicos: conceito e críticas; pesquisa: conceito, tipos e finalidade; trabalhos acadêmicos: tipos, características e diretrizes para elaboração.

 

Bibliografia Básica

ANDRADE, Maria Margarida. Elaboração do TCC passo a passo. 2° Edição. São Paulo: Factash Editora, 2007.

ANDRADE, Maria Margarida. Introdução à metodologia do trabalho científico.  10 Edição. São Paulo: Atlas, 2010.

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de Metodologia Científica. 7° Edição. São Paulo: Atlas,2010.

 

Bibliografia Complementar

COOPER, Donald R.; SCHINDLER, Pamela S. Métodos de Pesquisa em Administração. 10° Edição. Porto Alegre: Bookmam, 2001

FRANÇA, Júnia Lessa; VASCONCELLOS, Ana Cristina de. Manual para Normalização de Publicações Técnico-Científicas. 8° Edição. Belo Horizonte: UFMG, 2009.

SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico. 23° Edição. São Paulo: Cortez, 2010.

Severino, Antonio Joaquim. Metodologia do Trabalho científico. 23.ed. São Paulo: Cortez, 2007

ANDRADE, Maria margarida de. Redação Científica: Elaboração do TCC passo a paso. 2.ed. São paulo: Factash, 2007

 

FINANÇAS EMPRESARIAIS E MERCADO DE CAPITAIS – 80 horas

EMENTA: Inicia-se o conteúdo considerando de forma ampla os conceitos básicos sobre o sistema financeiro, centralizando-se posteriormente, nos segmentos de mercado e operações financeiras de forma conceitual e na contabilização das mesmas.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

ASSAF NETO, Alexandre. Mercado financeiro. 11. ed. São Paulo: Atlas, 2012.

MOREIRA, Claudio Filgueiras Pacheco. Manual de contabilidade bancária. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2010.

NIYAMA, Jorge Katsumi, GOMES, Amaro L. Oliveira. Contabilidade de Instituições Financeiras. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2005.  

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

FARIA, Rogério Gomes de. Mercado financeiro: instrumentos e operações. São Paulo: Prentice Hall, 2003.

FORTUNA, Eduardo. Mercado financeiro: produtos e serviços. 17. ed. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2009

COLLI, José Alexandre e FONTANA, Mariano, Contabilidade Bancária. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1996. 

SAUNDERS, Anthony. Administração de Instituições Financeiras. São Paulo: Atlas, 2000.

NEVES, Silvério das; VICECONTI, Paulo Eduardo Vilchez. Contabilidade avançada e análise das demonstrações financeiras. 9. ed. São Paulo: Frase, 2010.

 

 

 PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL – 80horas

EMENTA:

 Comportamento Humano. Indivíduo: variáveis intrínsecas e extrínsecas determinantes do comportamento. Percepção, atitudes, motivação, e aprendizagem. Personalidade. Processos de liderança. Tensão e conflito. Feedback. Organizações e comportamento. Grupos na Organização.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

FIORELLI , José Osmir. Psicologia para Administradores: integrando teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2000.

BERGAMINI, C.W.; CODA, R. Psicodinâmica da Vida Organizacional. São Paulo: Atlas, 1997.

BERGAMINI, C.W. Psicologia aplicada à Administração de Empresas. 3.ed. São Paulo: Atlas, 1982.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

FREITAS, A. B. A Psicologia, o Homem e a Empresa. São Paulo: Atlas, 1991.

GRAMIGNA, M. R. M. Jogos de Empresa: técnicas vivenciais. São Paulo: Makron Books, 1995.

MOSCOVICI, F. Desenvolvimento Interpessoal. Rio de Janeiro: José Olympio, 1998.

CHIAVENATO, Idalberto. Gerenciando com as pessoas: transformando o executivo em um excelente gestor de pessoas: um guia para o executivo aprender a lidar com sua equipe de trabalho. Rio de Janeiro: Campus, 2005.

SCHEIN, E.H. Psicologia Organizacional. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1982.

 

  

CONTABILIDADE APLICADA AO AGRONEGÓCIO - 80 horas

EMENTA: Aspectos gerais da contabilidade aplicados ao agronegócio com vistas às tomadas de decisões, formação do patrimônio das empresas, registros contábeis e demonstrativos financeiros. Economia do Agronegócio; Procedimentos Contábeis do Setor Agronegócios.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ACORINI, José Honório. Economia Rural e Desenvolvimento: Reflexões sobre o caso brasileiro. RJ,           Vozes 1998

 

CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE. Resolução CFC n.º 1.186, de 28 de agosto

de 2009. Aprova a NBC T 19.29 – Ativo Biológico e Produto Agrícola. Disponível em: < http://

  1. cfc.org.br/sisweb/sre/detalhes_sre.aspx?Codigo=2009/001186>. Acesso em: 30 set. 2009.

 

MARION, José Carlos. Contabilidade rural: contabilidade agrícola, contabilidade da pecuária e  imposto de renda: pessoa jurídica. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2009. ISBN 85 224 5446 4. 

 

VALLE, Francisco. Manual de contabilidade agrária. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1987. ISBN 85 224-0281-7.

 

Bibliografia Complementar

YOUNG, Lúcia Helena Briski. Atividade rural: aspectos contábeis e tributários. 22 ed 2009: Juruá, 2009. 183p.

 

VALE, Sonia Maria Leite Ribeiro do; RIBON, Miguel. Manual de escrituração da empresa rural. 2 ed. Viçosa: UFV, 2000. 96p.

 

MARION, José Carlos. Contabilidade da pecuária. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2004. 216p.

 

MARION, Jose Carlos. Contabilidade rural: contabilidade agrícola, contabilidade da pecuária, imposto de renda e pessoa jurídica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2002. 262p.

 

MARION, Jose Carlos. Contabilidade e controladoria em agribusiness. São Paulo: Atlas, 1996. 222p.

 

 

 

CONTABILIDADE PLANEJAMENTO E TRIBUTÁRIO C/H: 80 hs

 

Ementa:

Conceito de Contabilidade Fiscal e Tributária. Princípios e normas básicas da Legislação Tributária. Escrituração fiscal e contabilização dos tributos indiretos: IPI, ICMS e ISS. Apuração do PIS/PASEP e COFINS.

 

Bibliografia Básica:

CHAVES, Francisco Coutinho; MUNIZ, Érika Gadêlha. Contabilidade tributária na prática. 1ª. ed., São Paulo: Atlas, 2010.

OLIVEIRA, Gustavo Pedro de. Contabilidade tributária. 3a ed., São Paulo: Saraiva, 2009.

PEGAS, Paulo Henrique. Manual de contabilidade tributária. 7a ed., Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 2011.

 

Bibliografia Complementar:

BORGES, Humberto Bonavides.  Planejamento tributário – IPI, ICMS, ISS e IR. 11ª.  ed., São Paulo: Atlas, 2011.

FABRETTI, Láudio Camargo. Contabilidade tributária.11ª. ed., São Paulo: Atlas, 2009.

PERES JUNIOR, José Hernandez et al. Manual de contabilidade tributária. 10ª. ed., São Paulo: Atlas, 2011.

REIS, Luciano Gomes dos; GALLO, Mauro Fernando; PEREIRA, Carlos Alberto. Manual de contabilização de tributos e contribuições sociais. 1ª. ed. , São Paulo: Atlas, 2010.

REZENDE, Amaury José; PEREIRA, Carlos Alberto; ALENCAR, Roberta Carvalho. Contabilidade tributária: entendendo a lógica dos tributos e seus reflexos sobre os resultados da empresa. 1ª. ed., São Paulo: Atlas, 2010.

 

  

OPTativa: Contabilidade Internacional – 80 hORAS

EMENTA:

Contexto geral da Contabilidade Internacional; Comparação entre as normas brasileiras, as americanas e internacionais; Evidenciação Contábil (Disclosure), segundo as normas internacionais do IASB e as normas norte-americanas do FASB; Órgãos Regulamentadores Internacionais; Principais Práticas Contábeis Internacionais, Americanas e Brasileiras; Metodologia de Conversão e apresentação das Demonstrações Contábeis; Demonstração do Fluxo de Caixa; Governança Corporativa e a Lei Sarbanes Oxley.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

 

NIYAMA, Jorge Katsumi. Contabilidade internacional. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2005.

NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE 2001: Texto completo de todas as normas internacionais e interpretações existente em 1º de janeiro de 2001 / Instituto dos Auditores Independentes do Brasil. São Paulo: IBRACON, 2002.

LISBOA, Nahor. Normas e práticas contábeis no Mercosul. Tese (Doutorado

em Controladoria e Contabilidade) - Faculdade de Economia, Administração e

Contabilidade, Universidade de São Paulo.

 

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

 

LISBOA, Nahor. Normas e práticas contábeis no Mercosul. Tese (Doutorado em Controladoria e Contabilidade) - Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade, Universidade de São Paulo.

LISBOA, Nahor. Uma contribuição ao estudo da harmonização contábil. 1995. Dissertação (Mestrado em Controladoria e Contabilidade) – Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade, Universidade de São Paulo.

WEFFORT, Elionor F. J. O Brasil e a harmonização contábil internacional: influências dos sistemas jurídico e educacional, da cultura e do mercado. 2003. Tese (Doutorado em Controladoria e Contabilidade) - Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade, Universidade de São Paulo.

 

 

OPTativa: Recursos Humanos Aplicados a Contabilidade- 80horas

 

EMENTA: Conceitos, tipos de encargos, apuração e base de cálculo, contabilização, recolhimento, indenização e obrigações acessórias dos encargos relacionados às rotinas trabalhistas. Rotina de admissão. Rotina de Duração da Jornada de Trabalho. Rotina da Folha de Pagamento. Rotina de Desligamento. Cálculos trabalhistas. Cálculos de pagamento a autônomos (RPA).

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

OLIVEIRA, Aristeu de. Manual de Prática Trabalhista. São Paulo: Atlas, 2007.

OLIVEIRA Aristeu de. Rescisão do Contrato de Trabalho. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2009.

MARTINS, Sergio Pinto. Direito do trabalho. 27 ed. São Paulo: Atlas, 2011, 902 p.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMETAR:

MACHADO, Marisa Abreu de Oliveira; SANTOS, Milena Sanches Tayano dos. Departamento Pessoal Modelo

Avançado: Assuntos polêmicos das áreas trabalhistas e previdenciária. São Paulo: IOB, 2011.

  1. BRASIL. Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Regulamento do Custeio da Previdência Social.

Revistas Especializadas e Publicações, tais como: IOB, COAD, MAPA FISCAL, INFORMARE, LTR, Cenofisco e Econet.

CRCRS Conselho Regional de Contabilidade do Rio Grande do Sul. Rotinas Aplicadas ao Departamento de Pessoal das Empresas, Porto Alegre: CRCRS, 2005.

VIANNA, C. S. V. Manual Prático Das Relações Trabalhistas; 9ª ed. rev. atual., São Paulo: LTr, 2008.

 

OPTativa: LINGUA BRASILEIRA DE SINAIS -LIBRAS  80H/AULA

EMENTA

Conceitos de  deficiência  em  áudiocomunicação:  identidade,  cultura  e  educação. Caracterização da Língua Brasileira de Sinais (Libras) como forma de comunicação e expressão do surdo e recurso para a prática docente e utilização na comunicação entre o formador e o aluno surdo. Pressupostos históricos, filosóficos, sociológicos, pedagógicos e técnicos de Libras. Forma e estruturação da gramática em Libras e o conjunto do seu vocabulário. Noções da percepção de leitura labial e desenvolvimento da expressão gestual-visual. Noção de diagnose: como perceber se uma criança é portadora de necessidade auditiva.  Ambiente computacional e procedimentos educacionais para aprendizagem de Libras

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

CASTRO, Alberto Rainha de; CARVALHO, Ilza Silva de. Comunicação por língua brasileira de sinais.  Brasília: Senac, 2005.

 

SOUZA, Regina Maria de; ARANTES, Valéria Amorim (Org.); SILVESTRE, Núria.  Educação de surdos. São Paulo: Summus, 2007.

 

VERGAMINE, Sabine  Antonialli Arena; MOURA, Maria Cecília; CAMPOS, Sandra Regina

       Leite de. Educação para surdos: práticas e perspectivas. São Paulo: Santos, 2008.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

 

ALMEIDA, Elizabeth Crepaldi de. DUARTE, Patrícia Moreira. Atividades ilustradas em

sinais  da Libras. São Paulo: Revinter, 2004.

 

BOTELHO, Paula. Linguagem e letramento na educação dos surdos. São Paulo: Autêntica,  2002.

 

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Saberes e práticas da  inclusão: Educação Infantil. Brasília: MEC/SEESP, 2003.1-9v.

 

QUADROS, Ronice Muller de; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de sinais brasileira:

Estudos  lingüísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.

 

ROCHA, Solange. O Ines e a educação de surdos no Brasil. Rio de Janeiro: Ines, 2007.

 

Contabilidade Avançada – 80 horas

 

EMENTA: Os procedimentos de ajustes e de elaboração de demonstrações contábeis de natureza específica no contexto dos conhecimentos avançados da Ciência Contábil.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Contabilidade avançada: textos, exemplos e exercícios resolvidos. São Paulo: Atlas, 2010.

IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARTINS, Eliseu, GELBCKE, Ernesto Rubens; SANTOS, Ariovaldo. Manual de contabilidade societária: aplicável a todas as sociedades de acordo com as normas internacionais e do CPC. São Paulo: Atlas, 2010. 284 p.

PEREZ JUNIOR, José Hernandes; OLIVEIRA, Luís Martins de. Contabilidade avançada: texto e testes com as respostas. 7 ed. São Paulo: Atlas, 2010.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMETAR:

NEVES, Silvério das; VICECONTI, Paulo Eduardo. Contabilidade avançada. 12 ed. São Paulo: Frase, 2003. 702 p.

SANTOS, Luiz dos Santos; SCHMIDT, Paulo; FERNANDES, Luciane Alves. Contabilidade avançada: aspectos societários e tributários: combinações de negócios, consolidação plena e proporcional, joint ventures, equivalência patrimonial de investimentos no exterior. São Paulo: Atlas, 2003. 374 p.

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Contabilidade Avançada: Textos, Exemplos e Exercícios Resolvidos. São Paulo: Atlas, 1997.

FIPECAFI – Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras, FEA/USP. Manual de Contabilidade das Sociedades por Ações. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2003.

  1. Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976. Dispõe sobre as sociedades       anônimas.

 

 

DIREITO TRABALHISTA E LEGISLAÇÃO SOCIAL - 80horas

EMENTA:

Legislação social: definição e conceituação do Direito do trabalho; Evolução Histórica do Direito do trabalho. Relações do Trabalho: Sujeitos de Relação do emprego; empregadores; empregados; trabalhador autônomo; eventual e avulso; normas especiais de tutela de trabalho. Contrato Individual de Trabalho: Definição; condições; modalidades; obrigações e deveres dos contratantes; alteração; suspensão e interrupção. Duração do Trabalho: Jornada de trabalho; Repouso semanal remunerado; trabalho noturno; prorrogações legais. Remuneração e salário: Formas, espécies, 13.° salário, reajuste salarial, política salarial. Férias. Extinção e Dissolução: Aviso Prévio, rescisão, estabilidade. Direito Sindical: Entidades, categorias, contribuições, mensalidade social e contribuição assistencial, acordos e convenções coletivas, greve e “lock-out”. Previdência Social: órgão, custeio, benefícios e serviços, períodos de carência, acidente de trabalho.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

PIMENTA, Eduardo Goulart. Direito Societário. São Paulo: Campus Jurídico. 2010.

FINKELSTEIN, Maria Eugênia Reis; PROENÇA, José Marcelo Martins. Direito societário. São Paulo:

Saraiva. 2009

IUDICIBUS, S. de. Manual de contabilidade das sociedades por ações. São Paulo: Atlas, 2008.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

GUILLAR, Fernando Herren. Direito econômico. 2. ed., São Paulo: Atlas, 2009.

SILVA NETO, Manoel Jorge e. Direito Constitucional Econômico. São Paulo: Ed. LTr, 2001.

SALOMÃO FILHO, Calixto. Direito Concorrencial. As condutas. 3. ed. São Paulo: Malheiros, 2007

ANDRADE, Jorge Pereira. Manual de Falências e Concordatas. 3.ed. São Paulo: Atlas S.A., 1992. 436 p.

FAZZIO JÚNIOR, Waldo. Fundamentos do direito comercial: Empresário, sociedade empresarial, títulos de crédito. São Paulo: Atlas, 2004.

MATEMATICA FINANCEIRA – 80 horas

EMENTA:

Introdução aos mercados financeiros: ativos de renda fixa e variável Conceito de juros. Força de juros Juros simples e compostos Taxas de juros efetivas e nominais Valor presente e futuro de um capital Taxa de desconto Fluxos de caixa e projeções financeiras. Fluxo de caixa contínuo. Valor presente líquido Taxa interna de retorno Estrutura a termo das taxas de juros Anuidades simples; diferidas e variáveis)  Equivalência de fluxos de caixa Sistemas de amortização de empréstimos Critérios para análise de investimentos Riscos de investimentos: tratamento estocástico das taxas de juros e descontos. Inflação e correção monetária. Utilização da calculadora HP-12C.

 

 

Bibliografia Básica

NETO, Assaf Alexandre. Matemática Financeira e suas Aplicações. 11° Edição. São Paulo: Atlas, 2009.

ASSAF NETO, A., LIMA, F. G. Curso de administração financeira. São Paulo: Atlas, 2011.

HOJI, M. Administração financeira e orçamentária: matemática financeira aplicada, estratégias financeiras, orçamento empresarial. São Paulo: Atlas,

  •  

    Bibliografia Complementar

    VERAS, Lília Ladeira. Matemática Financeira. 6 ° Edição. São Paulo: Atlas, 2009.

    MATHIAS, Washigton Franco; GOMES, José Maria. Matemática Financeira. 6° Edição. São Paulo: Atlas, 2010.

    FARIA, Rogério Gomes de. Matemática Comercial e Financeira. 6° Edição. São Paulo: Ática, 2007.

    HAZZAN, Samuel; POMPEO, José Nicolau. Matemática Financeira. 6° Edição. São Paulo: Saraiva, 2007. 

    SOBRINHO, José Dutra Vieira. Matemática Financeira. 3° Edição. São Paulo: Atlas, 2008.

     

    METODOLOGIA DA PESQUISA – 80 horas

    EMENTA: Processo e o método científico relacionados com a produção e a disseminação do conhecimento científico. Instrumentos, técnicas e procedimentos de investigação em Contabilidade, principalmente no tocante ao planejamento, a estruturação e a elaboração de projeto de pesquisa.

    Bibliografia Básica

    ANDRADE, Maria Margarida de. Como preparar trabalhos para cursos de pós-graduação: noções práticas. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2002.

    BEUREN, Ilse Maria et al. Como elaborar trabalhos monográficos em contabilidade: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2003.

    CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia científica. 5.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2002.

    Bibliografia Complementar:

    FAULSTICH, Enilde L. de J. Como ler, entender e redigir um texto. 9.ed. Petrópolis,RJ: Vozes, 1998.

    GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2002.

    GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas, 1994.

    RICHARDSON, Roberto Jarryet al. Pesquisa social: métodos e técnicas. 3.ed. – 7.reimpr. São Paulo: Atlas, 2007.

    SANTOS, Antonio Raimundo dos. Metodologia Científica: a construção do conhecimento. 6.ed. revisada. Rio de Janeiro: DP&A, 2004.

    SILVA, Antonio Carlos Ribeiro de. Metodologia da pesquisa aplicada à contabilidade: orientaçõesde estudos, projetos, relatórios, monografias, dissertações, teses. São Paulo: Atlas, 2003.

    TOMANIK, Eduardo A. “Difícil é colocar no papel...” informações e estratégias para a redação detextos científicos. Maringá: Dental Press, 2003.

     

      

    CONTABILIDADE GERENCIAL – 80HS

     

    Ementa:  A natureza da Contabilidade Gerencial. Lucro empresarial e variação de preços. Alavancagem Operacional e Financeira. Informações contábeis para decisões especiais. Aplicação de métodos quantitativos na Contabilidade gerencial. Análise divisional / preços de transferência.

     

    Bibliografia Básica:

    FESS, Philip E.; REEVE, James M.; WARREN, Carl S. Contabilidade gerencial. São Paulo: Pioneira. 2003.

    FRANCO, Hilário. Contabilidade geral. São Paulo: Atlas. 1997.

    MARION, José Carlos. Contabilidade empresarial. São Paulo: Atlas. 2005.

     

     

    Bibliografia Complementar:

    CREPALDI, Silvio Aparecido. Curso básico de contabilidade: resumo da teoria atendendo às novas demandas. São Paulo: Atlas, 2003.

    IÚDICIBUS, Sergio de. Contabilidade comercial: atualizado conforme o novo código civil. São Paulo: Atlas. 2004.

    MARION, José Carlos. Contabilidade básica. São Paulo: Atlas. 2005.

    MARION, José Carlos. Contabilidade empresarial: livro de exercícios. São Paulo: Atlas. 2003.

    RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade geral fácil. São Paulo: EPU. 2005

    WARREN, Carl S; FESS, Philip E; Reeve, James M. Contabilidade gerencial. São Paulo: Thomson Pioneira, 2003.

    .

    LABORATORIO CONTABIL – 80 hs

     

    Ementas: Proporcionar aos discentes, conhecimentos teóricos - práticos da estrutura organizacional de entidades comerciais, industriais ou prestadoras de serviços, permitindo simulações com o uso de sistemas contábeis, bem como, análises de interpretação das situações construídas para aprofundamento do conhecimento teórico/prático adquirido.

    BIBLIOGRAFIA BASICA:

    FRANCO, Hilário. Contabilidade geral. São Paulo: Atlas. 1997.

    LONARDONI, Mário; SOUZA, Clóvis de; TAKAKURA, Massakas. Contabilidade: teoria e prática. Vol. 1.São Paulo: Atlas. 2009.

    RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade básica fácil. São Paulo: Saraiva, 2005.

     

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

    CHAGAS, Gilson. Contabilidade geral simplificada. São Paulo: Saraiva. 2009.

    FERRARI, Ed Luiz. Contabilidade geral: teoria e 950 questões. Rio de Janeiro: Impetus. 2005.

    GONÇALVES, Eugenio Celso; BAPTISTA, Antonio Eustáquio. Contabilidade geral. São Paulo: Atlas. 2007.

    GRECO, Alvisio; AREND, Lauro; GÄRTNER, Günther. Contabilidade: teoria e prática básicas. São Paulo: Saraiva, 2009.

    SÁ, Antonio Lopes de. Prática e teoria da contabilidade geral. São Paulo: Juruá. 2009.

     

     

     

    4º ANO

    ANÁLISE DE PROJETOS E ORÇAMENTO EMPRESARIAL – 80 horas

    EMENTA:Esta disciplina visa à identificação de metodologias e fases da elaboração e do gerenciamento de projetos, abrangendo escopo do projeto, recursos humanos, recursos financeiros, custos, tempo, utilizando conceitos e ferramentas, contribuindo para a melhoria dos resultados organizacionais por meio do cumprimento de estratégias e através da elaboração de projetos. Trata, por fim, da elaboração e análise de projetos.

     

    BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

    MOREIRA, J. C. Orçamento empresarial: manual de elaboração. 5 ed. São

    Paulo: Atlas, 2008.

    WELSCH, G. A. Orçamento empresarial. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2009.

    SOUZA, Acilon Batista de. Projetos de investimento de capital: elbaoração, análise e tomada de decisão.

    São Paulo-SP: Atlas, 2003.

     

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

    CASAROTTO FILHO, Nelson. Elaboração de Projetos Empresariais: análise estratégica, estudo de viabilidade e plano de negócio. São paulo: Atlas S.A., 2011. 248 p.

    OLIVEIRA, Djalma de Pinho Revouças. Planejamento estratégico: conceitos, metodologias e prática. 8. ed. atual. ampl. São Paulo-SP: Atlas, 1994.

    HELDMAN, K. Gerência de projetos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005

    MAXIMIANO, A. C. Amaru. Administração de projetos: transformando idéias em resultados. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2002.

    MENEZES, L. César. Gestão de projetos. 2. ed.. São Paulo: Atlas, 2003

     

     

    AUDITORIA – 80 horas

      EMENTA:

    Auditoria contábil; Aplicação e conceito. Auditoria das contas patrimoniais ativas;

    Auditoria das disponibilidades. Auditoria das contas a receber. Auditoria dos estoques;

    Auditoria dos investimentos; Auditoria do Imobilizado. Auditoria do ativo diferido;

    Auditoria das exigibilidades. Auditoria do patrimônio líquido. Auditoria das contas de resultado.

    Auditoria das demonstrações contábeis. Parecer do auditor independente

    BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

    BORGES, Humberto Bonavides. Auditoria de tributos: IPI, ICMS e ISS. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2008

    LINS, Luiz dos Santos. Auditoria: uma abordagem prática com ênfase na auditoria externa. São Paulo: Atlas, 2011. 246 p.

    LONGO, Cláudio Gonçalo. Manual de auditoria e revisão de demonstrações financeiras. São Paulo: Atlas, 2011. 416 p.

     

     

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMETAR:

    ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Auditoria: um curso moderno e Completo. 6.ed. sao Paulo: Atlas S.A., 2003. 590 p.

    PEREZ JUNIOR, José Hernandez. Auditoria de demonstrações contábeis: normas e procedimentos. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2010.

    LONGO, Cláudio Gonçalo. Manual de auditoria e revisão de demonstrações financeiras. São Paulo: Atlas, 2011. 416 p.

    PEREZ JUNIOR, José Hernandez. Auditoria de demonstrações contábeis: normas e procedimentos. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2010.

    HOOG, Wilson Alberto Z.; CARLIN, Everson Luiz B. Manual de Auditoria Contábil: Teoria e Prática - Abordagem da Auditoria nas Sociedades Limitadas e Anônimas - De acordo com as Leis 11.638/07 e 11.941/09. 3. ed. Curitiba: Juruá, 2009.

      

    CÓDIGO DE ÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL – 80 horas

     

    EMENTA: A moral e a justiça e seu objetivo ético dentro da sociedade. Formas de conduta em situações concretas. Estruturas de normas éticas. Ética e ciência - investigação de comportamento e abordagem científica. Sigilo profissional, crise de valores, imperícia, negligência, fraudes de qualidade e quantidade, desvios de conduta x “normalidades” de conduta, valores individuais. Dos deveres e proibições, Das atribuições privativas dos contabilistas. Das atividades compartilhadas. Código de ética profissional. Do registro profissional dos contabilistas: do exercício da profissão e da exploração da atividade contábil.

     

    BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

    LISBOA, Lázaro Plácido (coord.). Ética Geral e Profissional em Contabilidade. 2.ed. São paulo: Atlas S.A., 1997. 174 p

    CRESTANE, Itamar Cesar(coord.). Manual do Trabalhador: saiba todos os direitos na sua profissão. Cuiabá: DuBlasil, 2000. 107 p

    BRASIL. CLT-Consolidação das Leis do Trabalho. 27.ed. São Paulo: Atlas S.A., 2000. 1061 p.

     

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

    DE SÁ, Antonio Lopes. Ética Profissional .5.ed. São paulo: Atlas S.A., 1997. 260 p.

    ASHLEY, patrícia Almeida. Ética e Responsabilidade Social nos Negócios. 2.ed. São paulo: Saraiva, 2006. 340 p.

    MATO GROSSO. Tribunal de Contas do Estado - TCE. Código de ètica do Tribunal de Contas do Estado. Cuiabá: Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, 2006. 32 p.

    DALAI LAMA. Uma ética para o novo milênio. Rio de Janeiro: Sextante, 2000. 255 p

    DUPAS, Gilberto. Ética e poder na sociedade da informação: de como a autonomia das novas tecnologias obriga a rever o mito do progresso. 3.ed . São Paulo: UNESP, 2011. 134 p.

     

    Contabilidade e Orçamento Público – 80 horas

    EMENTA: Serviço público: aspectos sociais, políticos e constitucionais. Campo de aplicação da Contabilidade pública. Orçamento público e os seus princípios: PPA - Plano Plurianual de Investimentos, LDO - Lei de Diretrizes Orçamentárias e LOA - Lei Orçamentária Anual. Gestão administrativa, Financeira e Orçamentária. Estudo da receita e despesa pública: Lei 4.320/64, Lei Complementar 101/00 e o Decreto Lei 200. Licitações e Contratos Administrativos: Lei 8.666/93 e a legislação subsidiária. Patrimônio público. Controle interno, externo e auditoria interna nos entes públicos.

     

    BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

    ANDRADE, Nilton de Aquino; Contabilidade Pública na Gestão Municipal: Novos Métodos após a LC n° 101 e as Classificações Contábeis Advindas da SOF e STN. São Paulo: Atlas, 2002.

    ANGÉLICO, João. Contabilidade Pública. 8. ed. São Paulo: Atlas, 1994.

    CRUZ, Flávio da; GLOCK, José Osvaldo. Controle Interno nos Municípios. São Paulo, Atlas, 2003.

    FORTES, João Batista de Souza Pires. Contabilidade Pública. Franco e Fortes, 1999

     

    .BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

    GIACOMONI, James. Orçamento Público. 6. ed. São Paulo: Atlas, 1996.

    KOHAMA, Hélio. Contabilidade Pública Teoria e Prática. São Paulo: Atlas, 1987.

    LIMA, Diana Vaz de; CASTRO, Róbison Gonçalves de. Contabilidade Pública: Integrando União, Estados e Municípios através do SIAF e SIAFEM. São Paulo: Atlas, 2000.

    PEREIRA, José Matias. Finanças Públicas. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2003.

    PISCITELLE, Roberto Bocaccio; et al. Contabilidade Pública: Uma Abordagem da Administração Financeira Pública. 7 ed. São Paulo: Altas, 2002.

    SILVA, Lino Martins da. Contabilidade Governamental: Um enfoque Administrativo. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2002

     

    ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS – 80 horas

    EMENTA: Estrutura das Demonstrações Contábeis: aspectos legais e práticos. Análise, avaliação e interpretação das demonstrações. Situação Econômica e Financeira das empresas e a Tomada de Decisão. Objetivos da análise contábil. Análise das Demonstrações Contábeis pela Correção Monetária Integral. Análise Vertical/Horizontal- Conceitos e principais problemas. Análise através de índices. Estudo detalhado dos índices de liquidez, endividamento, rentabilidade, giro de rotação, Taxa de retorno de Investimento. Classificação das Demonstrações Contábeis. Passivo e Variações Monetárias. Provisões. Patrimônio Líquido. Demonstrações de Lucros ou prejuízos acumulados e mutações do Patrimônio Líquido. Demonstração das origens e aplicações de recursos

     

    BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

    ASSAF NETO, Alexandre. Estrutura e análise de balanços. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2002.

    CAMPOS FILHO, Ademar. Demonstração dos fluxos de caixa. São Paulo: Atlas, 1999.

    FIPECAFI. Manual de contabilidade das sociedades por ações. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2000.

     

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

    FRANCO, Hilário. Estrutura, análise e interpretação de balanços. 15. ed. São Paulo: Atlas, 1992.

    IUDÍCIBUS, Sérgio de. Análise de Balanços. 7. ed. São Paulo Atlas, 1998.

    MARION. José C. Análise das demonstrações contábeis. São Paulo: Atlas, 2002.

    MATARAZZO, Dante C. Análise financeira de balanços. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2003

    SANTI FILHO, Armando et OLINQUEVITCH, J. Leônidas. Análise de balanços para controle gerencial. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2004.

    SILVA. J. Pereira da. Análise financeira das empresas. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2001.

    SILVA. J. Pereira da. Gestão e análise de risco de crédito. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2003

     

    CONTABILIDADE E ANÁLISE DE CUSTOS – 160 Hs

    EMENTA: Princípios Contábeis Aplicados a Custos; Algumas Classificações e Nomenclaturas de Custos; Esquema Básico da Contabilidade de Custos, (I)  Esquema Básico da Contabilidade de Custos (II): Departamentalização; Critérios de Rateio dos Custos Indiretos; Aplicação dos Custos Indiretos de Produção; Materiais Diretos; Mão-de-obra Direta; Custeio por Absorção e Custeio Variável; Custeio baseado em atividades (ABC) – noções básicas.

    Visão sistêmica de custos. Sistema de custeio padrão. Uso da margem de contribuição. Métodos de custeio. Análise das variações de custo. Ponto de equilíbrio e análise da relação custo x volume x lucro. Formação do preço de venda.

     

    BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

    MARTINS, Eliseu. Contabilidade de Custos. 9.ed. São Paulo: Atlas, 2003. 370 p.

    VICECONTI, paulo E.V.; NEVES, Silvério das. Contabilidade de Custos: um enfoque direto e objetivo. 7.ed. São Paulo: FRASE, 2003. 272 p

    LEONE, George Guerra. Curso de Contabilidade de Custos. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2000. 457 p.

     

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

    NASCIMENTO, Jonilton Mendes do. Custos: planejamento, Controle e Gestão na Economia Globalizada. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2001. 384 p.

    HORNGREN, Charles T.. Contabilidade de custos: uma abordagem gerencial. 11.ed v.2. São Paulo: PRENTICE HAL, 2004. 310 p.

    PEREZ JR. José Hernandez(et al.). gestão Estratégica de Custos. 3 ed.. São Paulo: Atlas, 2003. 322 p.

    PADOVEZE, Clóvis Luís. Curso Básica Gerencial de Custos: para curso de administração de empresas, economia e engenharia. São Paulo: Pioneira Thomson, 2005. 377 p.

    HANSEN, Don R.; MOWEN, Maryanne M..Gestão de Custos: Contabilidade e controle. 3 ed.. São Paulo: Pioneira, 2001. 783 p.

     

     

    INTRODUÇÃO A PERICIA CONTÁBIL 80 horas

     

    EMENTA: Perícia Contábil: conceito e campo de atuação. Aspectos legais da Perícia Contábil e sobre a pessoado perito. A Perícia Contábil nos foros civil, trabalhista e na área da Justiça Federal. Perícia Contábil

    na verificação de haveres e no processo falimentar. Perícias extrajudiciais. Elaboração de laudospericiais sobre questões contábeis em geral. Procedimentos periciais contábeis: exame, vistoria,

    avaliação; indagação, investigação, arbitramento, mensuração e certificação.Arbitragem: Conceito, histórico, campos de aplicação, técnicas. Lei brasileira de arbitragem

    BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

     

    GARRISON, Ray H.; NOREEN, Eric W. BREWER, Peter C. Contabilidade gerencial. 11. ed.Rio de Janeiro: LTC, 2007.

    ANTHONY, Robert N.; GOVINDARAJAN, Vijay. Sistemas de controle gerencial. São Paulo:Atlas, 2006.

    MERCHANT, K. VAN DER STEDE.,W. Management Control Systems. Pearson, 2007.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMETAR:

     

    HORNGREN, Charles T., SUNDOM, Gary L., STRATTON, William O. Contabilidadegerencial. 12. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2004.

    ANTUNES, M.T.P. Capital Intelectual. São Paulo: Atlas, 2000.

    CRESPALDI, S. A. Contabilidade gerencial: teoria e prática. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2008.

    IUDICIBUS, S. de. Contabilidade gerencial. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2008.

    FUNDAÇÃO INSTITUTO DE PESQUISAS CONTÁBEIS, ATUARIAIS E FINANCEIRAS. Controladoria: uma abordagem da gestão financeira. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2009.

    CONTROLADORIA – 80 horas

    EMENTA:

    Conceitos básicos de planejamento empresarial, o sentido do pensamento e controle. Aspectos gerais da Controladoria. Organização e funções da Controladoria, controle gerencial, processo decisório. Relatórios de controle. Sistema integrado de gestão.

     

    Bibliografia Básica

    BARNEY, J. B; HESTERLY, W. S. Administração estratégica e vantagem competitiva: casos brasileiros. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008.

    APLAN, R. S; NORTON, D. P. A estratégia em ação: balanced scorecard. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.

    PEREIRA, Maurício Fernandes. Planejamento Estratégico: teorias, modelos e processos .São Paulo: Atlas, 2010.

     

    Bibliografia Complementar

    OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças. Planejamento estratégico: conceitos, metodologia e práticas. São Paulo: Atlas, 2004.

    ANDRADE, R. O. B.; TACHIZAWA, T. Gestão socioambiental - estratégias na nova era da sustentabilidade. São Paulo: Campus Elsevier, 2008.

    CHIAVENATO, Idalberto; SAPIRO, Arão. Planejamento Estratégico:Fundamentos e aplicações: da intenção aos resultados. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.

    MORAIS, Roberto Tadeu Ramos. Planejamento Estratégico; um bem ou mal necessário?.2.ed. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 2005.

    DAGNINO, Renato Peixoto. Planejamento Estratégico Governamental.Brasília: UFSC, 2009.

     

     

     

    ESTAGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL – 80 horas

    EMENTA:

    Estágio realizado conforme Regulamento da Prática Profissional do Estágio Supervisionado, sob orientação docente, em instituições privadas e públicas, que visa a aprendizagem de práticas e estratégias de ação profissional comuns aos campos fundamentais de atuação do Administrador. Supõe a aprendizagem de habilidades técnicas e capacidades de análise das repercussões profissionais em face da aplicação dessas habilidades. Estudo de casos específicos. Elaboração de relatório parcial e final. O seu componente prático é regulamentado em documento específico, homologado pelo colegiado do Curso.

     

        Bibliografia Básica

    BURIOLLA, Marta Alice Feiten. Estágio Supervisionado. 5° Edição. São Paulo: Cortez, 2008.

    BIANCHI, Anna Cecília de Moraes; ALVARENGA, Marina; BIANCHI, Roberto. Manual de Orientação e Estágio Supervisionado. 3° edição. São Paulo: Thomson, 2003.

    Stela C. Bertholo Piconez. A prática de ensino e o estágio supervisionado. 12. ed. São Paulo: Papirus, 2006 

     

     

     

    Bibliografia Complementar

    BURIOLLA, Marta A. Feiten. o Estágio Supervisionado. 7.ed. São Paulo: Cortez, 2011.

     

    ROESCH, S. M. A. Projetos de estágio e de pesquisa em administração: guia para estágios, trabalhos de conclusão, dissertações e estudos de caso. São Paulo, Atlas, 2009.

     

    VERGARA, S. C. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. São Paulo : Atlas, 2010.

     

    VIEIRA, Sonia. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO. Atlas. 1ª Ed. 2009. (1)

     

    PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e Docência. 5.ed. São Paulo: Cortez, 2010.

     

     

     

     

     

     

    Trabalho de Conclusão de Curso – 80 horas

    Ementa: 

    Execução do projeto de pesquisa organizada na disciplina Trabalha de Conclusão de Curso (TCC) I, de acordo com a ênfase do curso escolhida pelo aluno. Elaboração orientada de revisão de literatura, coleta de dados, análise dos dados, considerações finais. Construção e apresentação de monografia.

     

     

    Bibliografia Básica

     

    BREAKWELL, Glynis M. et al. Método de pesquisa em psicologia. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.

    CRESWELL, John W. Projeto de pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto. Porto Alegre: Artmed, 2010.

    SAMPIERI, R. H.; COLLADO, C. F.; LUCIO, P. B. Metodologia de pesquisa. Porto Alegre: Artmed, 2006.

     

    Bibliografia Complementar

     

    LAVILLE, C.; DIONE, J. A construção do saber: manual metodológico da pesquisa em ciências humanas. Porto Alegre: Artmed, 2001.

    TACHIZAWA, T.; MENDES, G. Como fazer monografia na prática. Rio de Janeiro: FGV, 1999.

    YIN, Robert K. Estudo de caso: planejamento e métodos. Tradução Ana Thorell. 4 ed. Porto Alegre: Bookman, c2009

     

     

     

     

     

    ATIVIDADES COMPLEMENTARES - CARGA HORARIA  200H/AULA

    EMENTA

    Componentes curriculares que possibilitam o reconhecimento, por avaliação de habilidades, conhecimento e competência do aluno, inclusive adquirida fora do ambiente acadêmico, incluindo a prática de estudos e atividades independentes, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, especialmente nas relações com o mercado do trabalho e com as ações de extensão junto à comunidade. O seu componente prático é regulamentado em documento específico, homologado pelos colegiados da FID

     

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